A história de Laerte Codonho no ano de 2018: o caso da “sonegação” de impostos

Algumas vezes observamos certas tendências do mercado e, junto com elas, marcas que emergem e ganham bastante destaque em notícias de jornais e afins, aqui citaremos algumas delas em um caso que mexeu com grandes nomes do mercado brasileiro, além do desfecho incrível para tal situação.

No ano de 2018, uma das empresas que possui muito destaque no cenário brasileiro foi acusada de dever aproximadamente 1,7 bilhões de reais, isso é levado em conta com base nas informações postadas naquele período. Estamos falando da Dolly e, nesse caso, principalmente, de seu dono, Laerte Codonho.

O que aconteceu nessa época prejudicou a vida do empresário que foi denunciado por sonegar esses impostos e ficou detido por 8 dias em uma unidade prisional, além de ter seus bens bloqueados e outros problemas correlacionados.

O caso é que a culpa pelos pagamentos indevidos já havia sido posta por Rogério Raucci, o contador de Laerte Codonho, esse deixava de fazer os devidos pagamento para depositar o dinheiro em sua própria conta. Apesar de no episódio ele também ter sido preso, as coisas não pararam por aí.

Então foi no dia 18 de maio do mesmo ano que a justiça entendeu que não havia provas bastantes para incrimina-lo, dando-lhe a liberdade novamente. Certo, parece que tudo acabou bem, não é? Mas para Codonho isso foi apenas o começo.

Além de ter prejuízos exorbitantes, o empresário teve que lidar com um problema maior ainda. De acordo com o próprio, existem marcas que o perseguem, concorrentes que diminuem suas chances de crescer no mercado. A Coca-Cola e AmBev, duas empresas citadas no episódio, de acordo com sua própria fala, buscam que sua marca caia, para conseguirem a supremacia no setor. Laerte Codonho utilizou de alguns fatos para mostrar que estava correto. Uma procuradora que bebia Coca-Cola no dia da sua prisão e a empresa que deu origem a investigação também estar ligada a essas marcas citadas acima. O empresário ainda acreditava na possibilidade do contador Rogério Raucci fazer parte desse esquema, do lado da Coca-Cola e AmBev. A história acabou, porém Laerte Codonho ainda busca a justiça.

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