Fintechs lideram lista das 25 startups mais desejadas para se trabalhar no país

As startups de soluções e serviços financeiros, também chamadas de fintechs, estão entre as mais procuradas pelos brasileiros para trabalhar em 2019. De acordo com uma pesquisa realizada pela rede social LinkedIn, que foi divulgada no dia 4 de setembro de 2019, as fintechs ficaram no topo da lista criada pela rede social com as 25 empresas inovadoras e jovens que mais são desejadas pelos brasileiros.

Na lista das 25 empresas mais desejadas no Brasil, há empresas fintechs nas duas primeiras posições e em outras 7 posições do ranking. A campeã entre as empresas mais procuradas para trabalhar no Brasil é o banco digital Nubank. Esta é a 2ª vez consecutiva que a Nubank lidera o ranking. Em seguida aparece o banco recém-lançado no país C6 Bank. Já o terceiro lugar foi conquistado pela empresa Loft, que atua na área de vendas e reformas de imóveis.

As fintechs também apareceram nas seguintes posições do ranking: 4º lugar banco digital Neon, 10º lugar Creditas, 11º lugar Warren Brasil, 20º lugar Zoop, 23º Contabilizei e 25º lugar Atlas Quantum.

A edição deste ano é a segunda elaboração da lista feita pelo LinkedIn. Os dados foram elaborados de acordo com o número crescente de funcionários, interesse em empregos, engajamento e atração de talentos em torno de cada uma das empresas mencionadas. Além disso, o LinkedIn considerou a taxa de pessoas interessadas nas vagas de cada uma das startups, assim como as candidaturas feitas em cada vaga disponível.

Outro fator considerado pela pesquisa para definir o ranking das empresas é o total de seguidores nas páginas das startups. De acordo com as notícias divulgadas pelo LinkedIn, a rede social considerou o número de visualizações e seguidores que se caracterizam como não-funcionários que segue as empresas listadas.

Na opinião de Rafael Kato, que é editor-chefe do LinkedIn, há uma diversificação nos segmentos da lista deste ano, e isso mostra que as startups de todos os tipos têm despertado interesse dos brasileiros. “Nesta nova edição, há empresas do setor financeiro, mobilidade urbano, alimentício e até mesmo investimentos. Isso mostra que as startups não são exclusivamente voltadas para internet ou tecnologia da informação. Essa é a prova de que muitos setores tradicionais do mercado podem aderir a revolução da desburocratização”, explica Rafael Kato.

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