Google Meu Negócio agora disponibiliza opção de site gratuito

O programa criado pelo Google destinado aos micro e pequenos empresários passou por mais uma reformulação, onde foi inserido a opção do usuário criar um site totalmente gratuito para a sua empresa. A expansão do programa realizada pelo Google foi anunciada no dia 29 de novembro e passou a ficar disponível para todos os micro e pequenos empresários brasileiros. Segundo o anúncio realizado pelo Google, a ferramenta que auxilia essas empresas a se destacarem no país ainda garantiram que essas empresas sejam vistas nos mecanismos de busca do Google.

O programa que leva o nome de Google Meu Negócio, passou a contar com as duas novas funções que foram adicionadas recentemente na plataforma. Sendo assim, a plataforma oferecerá espaço para o usuário publicar informações relacionadas ao comércio para que seja apresentado na internet e ainda contará com a ajuda da ferramenta de pesquisas que já existe na internet para que seus clientes encontrem informações sobre o comércio. Essas informações também poderão ser visualizadas através do mapa que o Google também fornece aos usuários.

Embora esse auxílio concedido pelo Google possa parecer bastante nobre, há um conjunto de interesses das duas partes. No caso do Google, o aumento de páginas criadas para empresas auxiliaria nas vendas de produtos voltados para publicidade. Ou seja, a movimentação de mais pessoas adentrando em mais sites, oferece ao Google um ótimo mercado para vender publicidade.

Pensando nisso, o Google criou uma aba na plataforma chamada de Adwords Express voltada exclusivamente para o Google Meu Negócio. Através desta aba, o usuário pode replicar os anúncios de uma forma mais simplificada para que eles sejam exibidos em seu site.

Os sites que serão criados a partir do Google Meu Negócio terão o domínio com a terminação em “negocio.site”. Como o domínio pertence diretamente ao Google, a hospedagem dessas páginas se torna totalmente gratuita, como já acontece com alguns sites que disponibilizam a criação de páginas empresariais gratuitamente, mas com o domínio restrito. Contudo, a ferramenta do Google conta com mecanismos mais auxiliadores na busca por informações relacionadas a empresa, pois o Google quer que os sites tenham bastante tráfego para que ele possa vender publicidade.

 

Conheça um pouco mais do Manaira Shopping, de Roberto Santiago

Em novembro de 1989 era inaugurado, em João Pessoa-PB, o Manaira Shopping, idealizado por Roberto Santiago. Foram dois anos de construção até a inauguração, que contou com 94 lojas em 12.000 m² de área construída. Atualmente são 280 lojas em 75 mil m² de Área Bruta Locável (ABL).

Ao longo desses 28 anos, o empreendimento passou por várias reformas e expansões para se manter sempre atual e atrativo para a população da capital paraibana e seus visitantes. A cidade que é conhecida mundialmente pelas praias paradisíacas e o povo hospitaleiro passou a ter mais de uma opção de lazer, diversão e entretenimento.

A mais recente foi acompanhada de perto por Roberto Santiago. A reforma do estacionamento, segundo ele é para oferecer mais conforto aos clientes do shopping e ainda ressaltou que é preciso reagir ao período de instabilidade econômica “já que a crise deu uma surra na gente, agora vamos inverter e partir para cima porque nada fazer é muito pior”.

E com essa visão empreendedora, Roberto Santiago tornou o Manaira Shopping referência em diferentes fatores como investimento, diversão, arquitetura, entre outros pontos. Foram cinco grandes expansões e várias pequenas reformas desde a época da sua inauguração, tornando o empreendimento um dos maiores centros de compras da região Nordeste.

Referência em diversão e lazer, o centro de compras desenvolvido por Roberto Santiago é completo e versátil, começando pelo moderno cinema de 11 salas. Equipado com equipamentos de projeção, áudio e vídeo de última geração, o cinema atrai pessoas de todas as idades. As salas vip e 3D ainda dispõem do sistema Stadium, em que as cadeiras estão dispostas em volta da tela, aumentando a visibilidade.

Também destaca-se o Game Station, parque de diversões com mais de 200 máquinas eletrônicas, salão de festas e pista de boliche eletrônica. É diversão para toda a família, independente da idade.

A praça de alimentação também é completa, com várias opções de refeições rápidas como as servidas pelos restaurantes fast-food ou algo mais elaborado. Se ainda sim quiser algo mais sofisticado, seu lugar é o espaço gourmet, que oferece várias opções de pratos regionais e da cozinha contemporânea. O espaço conta com chefs prestigiados da cozinha paraibana.

O público pode encontrar tudo o que precisa em uma das quase 300 lojas, que oferecem desde de roupas para todas as idades, a academia, agências bancárias, lotéricas, filiais de universidades, um posto da Casa Cidadania com vários serviços públicos, entre outras facilidades e opções de entretenimento.

Domus Hall

Roberto Santiago sempre se mostrou um visionário e prova disso é a casa de shows instalada no último andar do shopping, a Domus Hall com capacidade de 10 mil pessoas em pé ou 4 mil sentadas, conforme o evento. Inaugurada em 2009 com o show de Zezé Di Camargo & Luciano, a casa de espetáculos foi projetada para receber bem vários tipos de eventos e apresentações.

Sua estrutura climatizada apresenta modernos aparelhos de áudio e acústica, podendo ter mais de uma configuração. A primeira de grande boate com pista de dança ou espaço para receber mesas e cadeiras ou teatro para espetáculos. São dois andares: térreo e mezanino com camarotes, espaço vip, lounge music e camarins.

Uma refinaria de petróleo pode ser construída no Maranhão por uma companhia chinesa

Márcio Felix, secretário do Ministério de Minas e Energia, declarou que uma companhia chinesa está para começar a construção de uma refinaria no estado do Maranhão. Ele contou que essa é uma iniciativa privada e que vai utilizar o óleo que é exportado para o território chinês e ao invés de mandar para lá, a China vai fazer a exportação desse óleo para o Irã e o óleo produzido por ela aqui no país, vai ser processado e vai abastecer o mercado nacional.

O local discutido com o governo do estado para a construção da refinaria, de acordo com o secretário, é o mesmo em que a Petrobrás fez um serviço de terraplanagem, que visava a construção de uma refinaria, mas o empreendimento foi suspenso e o terreno foi restituído para o governo maranhense.

O secretário evitou dar mais detalhes, mas disse que integrantes do Ministério de Minas Energia juntamente com empresários da China, foram ao local nessa última semana. Apesar de ainda estar em fase de negociação, Márcio Felix diz que o objetivo é de que esse projeto seja finalizado ainda na gestão atual, já que o ministro Fernando Coelho Filho provavelmente deixará o ministério em abril.

De acordo com Márcio Felix, os recursos necessários para a realização desse projeto devem ficar em torno de US$ 7 bilhões a US$ 10 bilhões, sendo que uma pequena parte deverá ser através de um financiamento do BNDES.

Mesmo pressionado o secretário não adiantou o nome da empresa chinesa que está interessada na construção da refinaria. Mas ele revelou que ela é uma das empresas petrolíferas da China que já atuam no mercado nacional. Ele completou que por enquanto não existe previsão da participação da estatal brasileira, mas que se a Petrobras mostrar algum interesse, ela será bem-vinda.

Com a construção dessa refinaria, segundo o secretário, poderão ser processados cerca de 300 mil barris de petróleo diários. Ele ainda disse que esse projeto será de grande importância para a economia nacional, principalmente para o setor de gás e óleo.

O governo irá apontar os integrantes da comissão dentro de alguns dias, que ao lado da Petrobras irão procurar acabar com os debates sobre a  cessão onerosa.  O objetivo é que uma saída seja encontrada antes do final desse ano.

 

Empresa de motos indiana sonha com o grande mercado brasileiro

O Salão Duas Rodas em São Paulo, atrai os amantes de motos de todo o país e também de outros países, neste que é o maior evento nesse segmento na América Latina. Os ingressos variam desde 40 reais os mais baratos, até 500 reais os mais caros, já que vão depender dos serviços especiais que cada visitante vai desejar fazer, como test-drive premium e visita guiada. Os principais expositores pertencem às grandes marcas e já participam todos os anos desse evento, como a Yamaha, Ducati, Honda, Harley-Davidson e BMW. Mas esse ano uma empresa de motos está estreando no  Salão Duas Rodas,  é a indiana Royal Enfield.

A cidade de São Paulo foi escolhida pela marca, para abrir uma concessionária em um segundo país fora do território indiano, além dos EUA. A empresa está apostando no modelo de média cilindrada, que está apresentando o maior crescimento mundial na atualidade. As vendas estão aumentando cerca de 1% no mundo anualmente, sendo que as motos de médias cilindradas estão apresentando um aumento de 7 a 8% anuais.

A empresa indiana procura unir belos modelos com preços atraentes, e os três modelos lançados no Brasil estão sendo vendidos com valores que ficam entre 18.900 reais e 24.500 reais. As empresas que concorrem com ela no mercado, como a BMW e a Harley-Davidson, vendem as suas motos com valores maiores passando dos 40.000 reais.

Mas no mercado brasileiro, essas motos de média cilindrada não são as mais procuradas pelos consumidores do país. No ano passado as vendas desse modelo ficaram em 11% do total de vendas, e nesse ano tudo indica que as vendas chegarão a 12% do total. O diretor geral da Royal Enfield aqui no Brasil, Claudio Giusti, acredita que a marca vai atingir aqueles consumidores que já possuem motos, mas que desejam trocar as suas por outras mais potentes.

A filial da empresa em São Paulo, vendeu esse ano entre os meses de maio e outubro 252 motos. Essa quantidade comercializada pode não parecer significativa, mas Claudio Giusti disse que esses números estão dentro das estimativas da empresa no Brasil. A Royal Enfield não criou uma meta para o próximo ano e o seu executivo declarou, que o plano de lançamento da marca é esperar alguns anos, para depois começar a fazer previsões de vendas.

 

Arbitragem foi discutida pelo escritório de direito de Ricardo Tosto

“Tendências atuais da arbitragem nacional e internacional – a perspectiva brasileira” foi um evento promovido pelo escritório Leite, Tosto e Barros Advogados – do qual o advogado Ricardo Tosto é o sócio fundador. O episódio aconteceu no dia 29 de agosto em São Paulo, em parceria com o Wald Advogados e o Allen & Overy. A ideia foi discutir sobre arbitragem.

Para o jurista Arnoldo Wald e o secretário de Justiça de São Paulo, Anderson Pomini, por exemplo, que participaram do evento, usar a arbitragem para resolver litígios envolvendo a Administração Pública é uma maneira de desburocratizar a máquina estatal. Eles ressaltaram que esse tipo de estratégia também é uma forma de tornar mais rápidos os processos e ajudar o Brasil a superar a crise econômica que vive há quase três anos.

Mudança acertada

Arnoldo Wald também mencionou no evento realizado pelo escritório de Ricardo Tosto a alteração proporcionada pela reforma de 2015 na Lei de Arbitragem (Lei 9.307/1996). Para ele, a mudança foi acertada, já que autorizou que litígios envolvendo a Administração Pública fossem resolvidos por meio da arbitragem.

Segundo o jurista, ao escolher esse caminho, o Estado não renuncia a nenhum direito – o que acontece é a escolha de um modo de resolução que pode ser mais adequado para o caso concreto. Para o jurista, o setor da infraestrutura foi um dos mais beneficiados por essa possibilidade, já que as concessões têm longos prazos que vão de 30 anos para cima – nesse contexto, é mais rápido e eficaz resolver uma disputa por arbitragem do que ficar prolongando o processo na Justiça.

Reestabelecimento da confiança

A arbitragem é um meio importante para ajudar o Brasil a sair desse momento de crise econômica, ainda destacou Arnoldo Wald no evento Tendências atuais da arbitragem nacional e internacional, do escritório de Ricardo Tosto. Isso porque é preciso restabelecer a confiança das decisões administrativas e judiciais, além de aumentar a celeridade dos processos.

Hora de enxugar o Estado

Já em sua fala, o secretário de Justiça Anderson Pomini endossou a visão do prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB). Para eles, chegou a hora de enxugar o Estado, tornando-o mínimo e eficiente. E, de acordo com o que enfatizou Pomini, solucionar conflitos da Administração Pública através da arbitragem é um componente importante desse processo.

Coragem para apoiar a Arbitragem

Para que o método funcione, contudo, o corpo jurídico da prefeitura de São Paulo precisa ter a coragem de apoiar esse caminho, apontou o secretário de Justiça. Anderson Pomini afirmou no evento do escritório de Ricardo Tosto que os procuradores municipais são muito conservadores e receosos de punições de órgãos de controle. Sendo assim, se existir risco de a medida ser posteriormente contestada, eles emitem parecer contra sua implementação e, segundo Pomini, é preciso mudar essa mentalidade.

“A Procuradoria Municipal de São Paulo tem profissionais excelentes. Será que eles deveriam ficar fazendo petições de execução contra devedores fiscais? Me parece que não. Os procuradores deveriam é ajudar a Administração Pública a apresentar ideias para reduzir a judicialização, para agilizar a solução de conflitos. É preciso que a advocacia privada pressione a advocacia pública para que possamos ingressar numa ‘advocacia 2.0’, que não tenha medo dos órgãos de controle e possa afastar a burocracia indesejada que toma conta do país”, ponderou Anderson Pomini no evento promovido pelo Leite, Tosto e Barros Advogados, de Ricardo Tosto, em parceria com o Wald Advogados e o Allen & Overy.

 

Dados indicam o perfil do empreendedor e suas preferências

Um estudo realizado pelo Sebrae em parceria com a MindMiners, revelou dados sobre a abertura de empresas no Brasil. Foram 11,1 milhões de empresas que tiveram o seu início por uma necessidade, o levantamento considera os três últimos anos e meio. Tanto os empreendedores que já estão atuantes no mercado quanto quem planeja empreender foi ouvido na pesquisa.

De acordo com a pesquisa a maioria dos empreendedores (51%) que já tem empresa prefere ter em seu negócio uma pessoa que seja da família para ser sócio. 29% dos entrevistados preferem um amigo para ter uma sociedade.

A presença de uma empresa no meio físico e no virtual é outra característica que está presente. Aproximadamente 42% dos pesquisados afirmam ter uma loja física e online. 38% estão somente na versão física e 20% apenas na virtual.

No modelo de negócio o estudo revela que 34% atua vendendo diretamente para uma empresa B2C (que por sua vez vende para o consumidor final). 24% das empresas vendem para o varejo, 8% são marketplaces, 7% são B2B (vendem somente para outras empresas) e 3% trabalham com exportação.

A motivação para a criação de uma empresa são várias, os dados da pesquisa revelam as seguintes razões: 57% dos empresários afirmam que começaram um negócio por verem uma oportunidade de ter mais liberdade e autonomia, para 53% as chances de crescer é o maior atrativo. 35% mudaram suas carreiras por desejarem se tornar líderes, 19% dos trabalhadores alegam que não estavam satisfeitos com a forma tradicional de emprego, 18% estavam procurando uma maneira de driblar a crise, 17% têm a intenção de melhorar o país enquanto 16% almejam ocasionar um impacto na sociedade e disruptivo no mundo.

O medo mais comum entre os entrevistados (52%) é ter que fechar as portas porque a empresa não deu certo. 38% receiam não ter um investidor que possa apostar no negócio e 21% não desejariam ter que entrar em conflito com o sócio ou parceiro de negócio, no entanto, a maioria dos pesquisados (61%) afirmam que o principal fator de sucesso para a empresa depende apenas deles mesmos.

 

Um estudo enfatiza que gestões familiares são prejudiciais às empresas

Resultado de imagem para empresas familiares

É possível apontar mais vantagens do que desvantagens em ter uma empresa familiar, mas é importante deixar claro que são esses tipos de negócios que trazem maiores desafios e tendem a ser complexos. Levando em conta todo o aspecto psicológico de se trabalhar em família, é importante frisar que o ego e a posição hierárquica familiar, poderão influenciar a administração desta empresa.

Um estudo realizado pela Tintas MC, aponta para um percentual de 12% de negócios administrados por membros de uma mesma família conseguirem chegar a terceira geração, sendo que somente 1% consegue atingir a quinta geração. O diretor de estratégias de marketing Renato Sá, aponta para os pontos que devem ser considerados nesta questão:

Meritocracia – Sendo um dos piores e mais comuns dos erros que acometem empresas administradas por membros de uma mesma família. “Para ocupar um cargo de responsabilidade é preciso capacidade. Desta forma, deve haver uma vaga tanto para uma pessoa de fora quanto para um membro da família”.

Profissionais especializados – Existirá sempre a necessidade de profissionais especializados relacionados com a gestão da empresa. É importante a empresa buscar suprir essa necessidade de profissionalismo fora da hierarquia familiar. Neste caso, os apelos emocionais e as limitações entre os membros da família serão superados, mas é importante frisar que esse profissional deverá ter a carta branca necessária para o exercício de suas funções, como a demissão de um dos membros da família.

Assuntos pessoais e profissionais – Os assuntos que acabam sendo tratados dentro do âmbito empresarial devem ser voltados para a empresa e sua expansão. Problemas familiares devem ser resolvidos fora do ambiente de trabalho. “Um grande erro é levar os problemas da empresa para a família, mas o maior é levar os problemas familiares para a empresa”.

Estratégias – As decisões tomadas dentro da empresa devem seguir livres de apelos sentimentais ligados aos membros da família. Toda a estratégia deve ser traçada com profissionalismo e deve ser mantida assim. Um exemplo citado por Renato, é quando as opiniões de irmãos, pais ou filhos não estão de acordo. A competitividade de ideias deve ser deixada de lado e a visão voltada para a empresa deve ser focada em primeiro lugar.

Felipe Montoro Jens reporta pacote de privatizações que deverá ocorrer no segundo semestre de 2018

O governo federal oficializou, no último mês de agosto (2017), a incorporação de 57 novos projetos em seu programa de privatizações. A medida estima investimentos na ordem de R$ 44 bilhões a partir das concessões à iniciativa privada. Entretanto, de acordo com o cronograma anunciado, a maior parte dos leilões ocorrerá apenas no segundo semestre de 2018, uma vez que os prazos para início das licitações ainda estão indefinidos. Isto significa que uma grande parte das movimentações relacionadas aos projetos ocorrerão ao final do mandato do presidente Temer, em meio à corrida presidencial. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, reporta mais informações sobre o tema.

Ao todo, o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) listou 22 setores com projetos passíveis de serem concessionados à iniciativa privada. No documento elaborado pelo governo federal, destaca-se 14 aeroportos, com expectativa de transferência para a iniciativa privada para o segundo semestre do próximo ano, noticia Felipe Montoro Jens. São eles: Alta Floresta (MT), Aracaju (SE), Barra do Garças (MT), Campina Grande (PB), Congonhas (SP), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE), Macaé (RJ), Maceió (AL), Recife (PE), Rondonópolis (MT), Sinop (MT), Várzea Grande (MT) e Vitória (ES). O Ministério dos Transportes espera, a partir destas concessões, arrecadar mais de R$ 8,6 bilhões.

Outra esperada licitação, e que também deverá ocorrer apenas no segundo semestre do próximo ano, é a venda da participação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) nos seguintes aeroportos: Confins (Belo Horizonte), Galeão (Rio de Janeiro), Juscelino Kubitschek (Brasília) e Guarulhos (São Paulo). Conforme reporta Felipe Montoro Jens, a Infraero detém atualmente 49% de participação nos consórcios que atuam nestes terminais. Ainda de acordo com o especialista, o governo federal espera uma arrecadação de aproximadamente R$ 8 bilhões, onde todo montante captado será direcionado aos caixas da União.

A inclusão da BR–153 na lista de projetos participantes também foi motivo de análise. O trecho da rodovia entre os municípios de Aliança (TO) e Anápolis (GO) já havia sido incluída no programa anterior, uma vez que a concessão adquirida pelo Grupo Galvão foi cassada, noticia Felipe Montoro Jens. Segundo informações do Ministério dos Transportes, o atual momento é o de “estudos para nova licitação” da rodovia, sendo que seu processo licitatório deverá ocorrer apenas no último trimestre do ano que vem. Outro trecho de rodovia (BR-364), com aproximadamente 800 quilômetros de extensão ligando as cidades de Porto Velho (RO) a Comodoro (MT), também será concedida à iniciativa privada. Assim como a BR-153, o governo federal revelou que a atual fase é de “estudos”, sendo sua licitação prevista para o final de 2018.

Os terminais portuários de Vitória (ES), Belém (PA), Paranaguá (PR) e Vila do Conde (PA) também possuem concessões programadas para o final do próximo ano.

Por fim, de acordo com Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, a Casa da Moeda, órgão responsável pela emissão de dinheiro no Brasil, também será privatizada. A concessão da empresa emissora de dinheiro à iniciativa privada é motivada pelo avanço tecnológico ocorrido nos últimos anos, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

 

Programa criado pelo Carrefour pretende diminuir o desperdício de alimentos

Como medida sustentável, a grande rede de hipermercados Carrefour lançou um novo programa no Brasil que visa a diminuição do desperdício de alimento. A iniciativa que foi chamada de Únicos, visa a comercialização dos alimentos que fogem dos padrões estéticos, mas que mantém sua ótima qualidade. Esse incentivo a escolha de alimentos considerados “feios”, terá descontos a partir de 30% nos valores das frutas e dos legumes.

Atualmente, os padrões estéticos adotados pelos produtores e varejistas no país identifica que os alimentos com calibre, formato e tamanho diferentes não estão aptos para a comercialização. Sendo assim, esses alimentos são comumente jogados fora, quando na verdade mantém sua ótima qualidade que poderia ser muito bem aproveitada.

Por isso, a rede de hipermercados prevê que a iniciativa contribua para a diminuição do desperdício de alimento no país, criando ao mesmo tempo a possibilidade do aproveitamentos dos alimentos considerados fora dos padrões estéticos. Inicialmente, o programa se estenderá a algumas unidades da rede no estado de São Paulo, onde todas as sextas-feiras do mês terão a comercialização com descontos nos alimentos considerados “feios” no programa Únicos.

Segundo o próprio Carrefour, a rede de hipermercados oferecerá uma área com comunicação e mobiliário específico para atender ao programa Únicos. Neste local, haverá a exposição de diversas variedades de verduras, frutas e legumes, sendo os seguintes itens: abobrinha italiana, berinjela, batata, cebola, cenoura, beterraba, laranja pêra, chuchu, pepino, maçã gala, tomate, entre outros alimentos. Todos eles serão comercializados em pacotes fechados já pesados.

Ainda em fase de implantação, apenas dois hipermercados da rede atendem ao sistema Únicos, sendo eles dos bairros Pinheiros e José Bonifácio. A intenção da rede Carrefour é estender o programa nos próximos meses para todo o estado de São Paulo, e consequentemente, para todos os pontos Carrefour no país.

Além dessa nova iniciativa adotada pelo Carrefour, o grupo ainda possui outras iniciativas semelhantes oferecidas no Atacadão da rece. No formato de cash&carry do grupo, a rede comercializa alimentos considerados “feios” desde 2015 através de descontos. O programa adotado para essa comercialização foi chamado de “Sans Form”, onde os legumes, as frutas e as verduras são vendidos com descontos por estarem fora dos padrões exigidos para a venda. Essa iniciativa já está disponível em alguns estados do país, sendo eles: São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

 

Parque Cidade Jardim – conheça o complexo de alto padrão de José Auriemo Neto

A ideia de José Auriemo Neto, presidente da JHSF era construir um supercomplexo residencial na marginal Pinheiros, no centro de São Paulo. O empreendimento de luxo iria incluir torres com apartamentos, torres destinadas a escritórios comerciais e um shopping de luxo. Dessa forma não era necessário ter de se deslocar de casa para trabalhar e se divertir, fugindo do trânsito e da insegurança da capital.

De início seu pai, Fábio Auriemo foi contra, mas logo foi convencido pelo filho de que ali poderia abrigar um grande empreendimento destinado ao mercado de alto padrão. “Disse a ele para esquecer o assunto, que o lugar não servia para um empreendimento desses”, recorda Fábio.

Apesar da recusa, José Auriemo Neto (Zeco como é conhecido pelos mais próximos), estava decidido e conseguiu o aval do pai. “Ele mostrou que a entrada poderia ser pelos fundos, numa área residencial,” ressalta Fábio Auriemo.

Pouco tempo depois adquirido o terreno de 80 mil m² da Eletropaulo por R$ 50 milhões e logo começaram as obras do Parque Cidade Jardim, complexo que abriga nove torres residenciais três comerciais, um shopping de alto padrão e um hotel.

O empreendimento também exigiu investimentos em certificados de potencial adicional de construção (Cepacs). Ao todo foram 50 milhões de reais desprendidos para a construção de prédios com andares acima do limite permitido para a região, mais 2,8 milhões de reais para a retirada de setenta famílias de uma favela próxima ao terreno, além dos custos com a obra.

Na época em que foram inauguradas as primeiras torres, os apartamentos mais em conta foram vendidos por R$ 2 milhões cada. Era apartamentos de 240 metros quadrados, contudo os maiores de 1,8 mil metros quadrados chegaram a ser vendidos na época por R$ 18 milhões.

Estima-se ainda que a receita total do empreendimento rendeu a empresa de José Auriemo Neto o montante de 1,78 bilhão de reais. Isso sem contabilizar os ganhos com a receita do shopping, do hotel e de escritórios alugados.

O shopping merece destaque. O centro comercial de alto padrão foi inspirado no Bal Harbour Shops, de Miami e conta com lojas famosas como Empório Fasano, Ermenegildo Zegna, Montblanc, Armani, Louis Vuitton, La Perla, além de cinemas Cinemark, praça de alimentação completa, Academia Reebok, agências bancárias, entre outras opções de lazer e consumo.

Trata-se de um empreendimento que busca atender bem o mercado de luxo paulistano. Algo pouco praticado nas últimas décadas, destaca Paulo Pompéia, diretor da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). “Nas décadas de 80 e 90, pouco se lançou no mercado imobiliário para o segmento de luxo”, completa o diretor.

Conheça mais sobre o executivo José Auriemo Neto

É o empresário presidente da JHSF Participações. O paulistano casou-se com a administradora de empresas Mariana Landmann Auriemo e pai de Olivia de 8 anos e Antonio de 11 anos.

José Auriemo Neto está a frente de empreendimentos de sucesso como Residencial Fazenda Boa Vista, residencial no interior de São Paulo, o Outlet Catarina fashion, na rodovia Castelo Branco, entre outros.