Estatística aponta que insatisfação no trabalho atinge todas as carreiras

 

Dados estatísticos revelaram que a insatisfação no trabalho é algo muito comum entre as pessoas. Dentre essa insatisfação está o simples fato de não gostar de algo no trabalho ou de odiar tudo no trabalho. As estatísticas apontaram que até dois terços das pessoas que trabalham, seja como autônomas ou com carteira assinada nas mais variadas carreiras e níveis de cargo, estão insatisfeitas com o trabalho em uma escala de alto nível.

Não existe distinção alguma entre esses trabalhadores insatisfeitos, o trabalho tornou-se algo desagradável tanto para operários quanto para médicos ou pilotos. Até mesmo nas carreiras mais divertidas há trabalhadores insatisfeitos com algo dentro do trabalho.

O maior motivo citado pelos entrevistados que estão insatisfeitos com o trabalho é que o tempo gasto dentro do local de trabalho em projetos considerados superficiais é muito grande em relação ao tempo em que eles poderiam realizar tarefas que verdadeiramente gostam.

Contudo, especialistas garantem que essa insatisfação pode ser superada e todo profissional pode tornar seu local de trabalho o melhor possível. Os critérios avaliados para que haja essa mudança no local do trabalho é de que o trabalhador se proponha a ser proativo e esteja aberto para encarar as mudanças que ocorrerão. Na menor das hipóteses, a insatisfação do trabalho pode ser transformada em uma tolerância.

Realizar trabalhos sem propósito torna o trabalho estressante e desvalorizado. O percentual de pessoas que perderam o interesse no trabalho é de 51%, sendo assim, a insatisfação desses trabalhadores é quase que garantida. Quando há valorização do trabalho há uma mudança na forma como as tarefas rotineiras são vistas.

A falta de oportunidades dentro do local de trabalho muitas vezes acaba tornando o ambiente de trabalho descontente. Apenas 33% dos trabalhadores fazem o que verdadeiramente gostam, isso porque dentro de uma corporação há diversas divisões de trabalho, e muitas vezes haverão cargos em que as oportunidades de crescimento da empresa serão inexistentes ou muito difíceis de alcançar.

No caso de quem trabalha com carteira assinada, a maior das reclamações são os chefes que não se importam com seus funcionários. Dentre os relatos, o chefe que não dá ouvidos para os interesses do funcionário ou ainda que não valoriza as ideias daquele trabalhador, eleva o nível de insatisfação de sua equipe. Para reverter esse quadro é necessário estabelecer uma conversa entre o empregador e o empregado para que pontos sejam discutidos e tudo se resolva.

 

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