Outubro é o prazo máximo para finalizar o parcelamento do MEI

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Para todos os microempreendedores o prazo máximo de adesão ao Microempreendedor Individual – MEI – foi estipulado no dia 2 de outubro de 2017. As pessoas que não aderiram até o dia 2 de outubro terão que fazer o parcelamento da modalidade ordinária. Ou seja, onde o parcelamento chega somente em 60 vezes, diferente dos 120 meses para quem aderir até o dia 2 de outubro de 2017.

A Receita Federal estipulou o prazo máximo de adesão ao MEI, para pagamentos de débitos parcelados em até 120 meses no dia 2 de outubro, e o anúncio foi feito no dia 15 de setembro de 2017 pelo MDIC – Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

A explicação do MDIC é de que o regime de parcelamento de 120 meses é para microempreendedores que estão com atraso nos pagamentos de impostos e que poderiam parcelar esta dívida até maio de 2017. Se o microempreendedor preferir, ele pode quitar essa dívida em atraso e efetuar o pagamento dela na modalidade ordinária, mas como foi explicado, o número de parcelas será reduzido pela metade.

De um modo geral é cabível para o microempreendedor parcelar em até 60 meses as dívidas de sua microempresa com as disponibilidades que estão sendo oferecidas pela Receita. Essa adesão deverá ser feita através do Portal do Empreendedor e ser feita uma DAS-Simei – Declaração Anual Simplificada em função da categoria Microempreendedor Individual, sendo ela referente ao período de atraso podendo ser visto no próprio site.

Está solicitação também irá mostrar o prazo máximo das parcelas que terão que ser pagas com o mínimo de R$ 50. A RFB – Receita Federal do Brasil estimou a quantidade de R$ 1,7 bilhões relativos a dívidas dos microempreendedores que estão em atraso. No total, essas dívidas atingem a casa do 2 milhões de microempresários espalhados pelo Brasil.

Esses dados foram atualizados no último mês de junho (2017), logo após o prazo de adesão ser anunciado para as duas modalidades do MEI (modalidades referentes ao prazo estipulado). Também o Sempe – Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa – é responsável por todas as tramitações de parte burocrática que serão realizadas através do portal, informou o MDIC. Através desta página, o microempreendedor poderá realizar a formalização de seu negócio e assim ter o direito às particularidades e benefícios de um Microempreendedor Individual.

Empreendedorismo, a porta de entrada para um admirável mundo novo

 

O globo terrestre abriga mais de 7 bilhões de pessoas organizadas numa espécie de pirâmide econômica, sendo que o topo, que corresponde a 1% da população, concentra 45% da riqueza mundial. A parte de baixo desta pirâmide é bem mais diversa, heterogênea. Tem desde populações inteiras cuja grande preocupação diária é a alimentação entre outras necessidades básicas até a classe inserida no mercado de trabalho, formal ou informal, gente que forma o grupo de consumidores, alvo de toda publicidade massificada.
A cinquenta anos atrás, os bisavós da geração Z estavam se aposentando, após trinta anos de trabalho estável e rotineiro, batendo ponto diariamente e com o salário garantido ao final do mês, sem maiores surpresas. Eram operários, bancários, contadores, enfim, uma legião de cidadãos bem encaixados em seu contexto histórico.
O momento de hoje impõe desafios impensáveis para aqueles “anos dourados”. A população envelhece graças a uma expectativa de vida alargada pela medicina, deixando os fundos de previdência em frangalhos. As leis trabalhistas se modificam, seguindo a tendência do liberalismo econômico, outorgando mais autonomia nos contratos e flexibilizando o trabalho. Num mundo onde a verdade foi ultrapassada perigosamente pela pós-verdade e os valores basilares se diluíram num caldo engrossado com imprecisões, neste planeta em que a parte de baixo da pirâmide acotovela-se para manter-se como um consumidor ativo e não ser sugado pela margem, não tem mais lugar a figura nostálgica do bom e fiel funcionário.
É por isso, caro leitor, que empreender significa muito mais que “abrir um CNPJ”. Empreendedorismo está na atitude da iniciativa pessoal, ação conjunta com a proatividade, fazer acontecer. Quem quer ser empreendedor deve aprender a não tolerar os buracos negros das zonas de conforto. O empreendedor deve combater em si o pecado mortal da preguiça, numa de suas facetas mais conhecidas, a procrastinação.
Neste mundo meio maluco onde gurus da internet misturam misticismo da nova era com física quântica, só pra dizer pra você que “aquilo que você pensa acontece”, é preciso ter em mente que empreender já não é uma opção, é, ao mesmo tempo um bote salva-vidas e um passaporte para o sucesso.

Como precificar um produto?

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Uma empresa que está atenta ao marketing, saberá promover o seu produto de uma maneira eficiente. Um dos “pês” do marketing é do “preço”, enquanto esse é o único “pê” que gera uma receita, os outros “pês” (produto, promoção e praça) geram despesas.

Acertar na precificação de um produto é fundamental e deve ter sua base nos custos. Em termos de marketing, o principal é o custo percebido e não o valor de produção. Os custos que a produção teve, os gastos com a mercadoria, os canais de distribuição e a forma de promoção devem ser coerentes com o preço do produto.

O preço é a variável mais flexível no composto de marketing que pode ser rapidamente mudada em um curto prazo de tempo, isso pode facilitar mudanças estratégicas para a necessidade de vendas e de faturamento, ampliar a atuação do mercado na empresa e ter uma reação diante de estratégias de empresas concorrentes.

Dentre as diferentes maneiras de definir o preço de um produto está também a análise do mercado, dessa maneira é possível definir os preços através de uma pesquisa de empresas concorrentes que oferecem produtos similares ou idênticos. As semelhanças do produto precisam seguir a mesma intenção do atendimento das necessidades e dos benefícios ao cliente.

O preço deve proporcionar uma margem de lucro e não desestimular a compra. Se o preço estiver muito baixo, isso pode causar uma depreciação do produto, os clientes podem pensar que algo está errado.

Entre os componentes que podem ser considerados no preço estão: o custo, a concorrência, o consumidor e o valor agregado. No custo estão todas as despesas desde a matéria-prima até os impostos. A concorrência é um fator que influencia na dinâmica do mercado, podendo influenciar os preços. O consumidor deve ser levado em conta no momento de pensar se ele está disposto a pagar o preço que é ofertado, isso é feito através de pesquisas de mercado, do perfil do público-alvo e do cenário econômico. O valor agregado estabelece uma ligação entre o comprador e o produto, que satisfaz as suas necessidades, a partir de então existe uma percepção de um preço mais caro ou não.

 

Mercado Livre vai armazenar e distribuir os seus produtos visando se tornar mais competitivo

Está sendo lançado pelo Mercado Livre, um serviço para que possam ser feitos armazenamentos e também a distribuição, dos produtos que são oferecidos pela companhia. Apesar desse serviço ainda se mostrar restrito ao campo da logística, ele é muito significativo em relação ao atual quadro competitivo da propagação da quantidade de empresas, que oferecem plataformas de  marketplace,  que é um shopping on-line em que outros vendedores fazem negócios com os seus produtos.

Cuidar da parte do estoque, nunca foi a área do Mercado Livre. Atualmente, ela é uma das principais empresas do segmento de e-commerce no país, sendo que ela não possui os seus próprios produtos. Os vendedores são clientes do Mercado Livre, e oferecem os seus produtos para que a plataforma possa fazer a comercialização deles.

Essa situação vai ser alterada quando acontecer o lançamento no Mercado Livre do fulfillment, que é um serviço que desempenha a função do armazenamento, da embalagem e também da entrega das mercadorias de diversos vendedores. Isso irá funcionar em um centro, onde essa distribuição possa ser realizada, e serão incluídos também, os serviços de pós-venda e o atendimento ao cliente.

Empresas parceiras fazem essas operações de distribuição e também o transporte, mas a gestão vai passar a ser feita pelo Mercado Livre, deixando de ser responsabilidade do vendedor do produto.

O Mercado Livre possui um centro para fazer a distribuição em Louveira, na cidade de Campinas, que iniciará atendendo cerca de 130 vendedores, escolhidos entre os que apresentavam um maior volume de vendas de produtos. As mercadorias ainda vão pertencer a outros, mas esse serviço aproxima mais o Mercado Livre, de outras grandes companhias desse setor.

O diretor do Mercado Envios, Leandro Bassoi, que é um braço logístico da empresa, falou que esse serviço irá começar aos poucos, mas que com o passar do tempo, ele possa se tornar uma parcela significativa nas vendas futuras, além de acreditar que outros centros de distribuição, possam ser abertos futuramente no país.

Com essa nova atuação no mercado, o Mercado Livre passa a se tornar mais parecido com as empresas que têm estoque próprios, e que estão aumentando as suas

operações de marketplace, como é o caso do Magazine Luiza, do B2W, e da Via Varejo.

 

A maiora dos trabalhadores estão nas pequenas empresas

Os trabalhos que são gerados pelos pequenos negócios têm demonstrado a sua importância no cenário da economia nacional, pois 70% dos brasileiros que trabalham para o ramo privado estão no pequeno negócio. Esse dado demonstra como é importante a força das pequenas empresas, o resultado positivo que elas têm, e a capacidade de gerar trabalho mesmo passando por um situação de retração econômica.

Conforme um estudo realizado pelo Sebrae, são 72 milhões de pessoas que estão trabalhando para empresas privadas, e 50,6 milhões têm a sua renda originária de empresas de pequeno porte. Segundo o IBGE, os empregadores, os trabalhadores por conta própria, familiares e os empregados com ou sem carteira assinada são considerados ocupados.

Ainda que estejam trabalhando formalmente ou não, 26 milhões de trabalhadores possuem um pequeno negócio e estão empregando ou trabalhando por conta própria. Sem possuir carteira assinada o total do número de trabalhadores é de 24,7 milhões. Com uma representatividade de 27% do PIB e uma geração de 54% da massa salarial, as pequenas e microempresas cada vez mais estão participando de uma forma decisiva no papel da economia brasileira devido ao potencial de gerar novas vagas de trabalho, pois são como os motores da economia brasileira, segundo afirmação do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

De acordo com Afif: “Mesmo com a retração da economia, o número de empreendimentos aumentou. Os pequenos negócios são os que mais contratam quando a economia cresce, demoram mais tempo a demitir na desaceleração da economia e são os que menos demitem na retração da economia. Entre o 1º trimestre de 2014 e o 1º trimestre de 2017, o número de desempregados passou de 7 milhões para 14,2 milhões de pessoas. No mesmo período, o número de empreendedores cresceu 1,6 milhão, mitigando a situação do desemprego”.

As informações que foram divulgadas se baseia no levantamento que foi realizado pelo Sebrae através de estudos e pesquisas sobre o mercado de trabalho e o empreendedorismo. As fontes consultadas são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Dieese, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNADC), do Pastore, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Tribunal Superior do Trabalho (TST), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

 

5 dicas muito importantes para quem deseja comprar uma empresa

Um pequeno negócio à venda chamou sua atenção? Se você quer começar um próprio negócio e não sabe por onde, comprar um negócio existente pode ser uma ótima oportunidade sem passar pelo processo de começar do zero. Se você comprar uma empresa, seja um micro ou grande negócio, você pode pular a fase de inicialização inteiramente e começar as operações assim que a venda estiver completa. Tudo já estará configurado e pronto para funcionar.

Mas, infelizmente, as empresas à venda são como carros usados, há muitos deles por aí, mas alguns deles não serão um bom negócio. Para evitar ficar preso em um negócio ruim, você precisa investigar completamente o negócio que você está pensando em comprar. Veja como você pode dizer se essa pequena empresa à venda é um bom negócio ou uma péssima ideia:

Por que esta empresa está sendo vendida?

Em outras palavras, antes de comprar um negócio, descubra o verdadeiro motivo pelo qual a empresa está à venda. Não tome apenas a palavra do vendedor para isso. Claro, as pessoas se aposentam ou ficam doentes, mas a verdadeira razão pode ir além dessas e você acabar descobrindo isso muito tarde.

Descubra o que está incluído no preço pedido

Descubra o que está realmente à venda e o método de avaliação de negócios que está sendo usado. Se você comprar uma pequena empresa, quais recursos você estará recebendo?

As pessoas que vendem negócios normalmente possuem uma ficha técnica, listando os ativos envolvidos e oferecendo uma estimativa de seu valor. Peça detalhes se alguma coisa não estiver clara.

Estude toda essa negociação com diligência

Certifique-se de fazer sua diligência antes de comprar uma pequena empresa. Estudar a performance passada do negócio é mais do que fundamental. Peça e examine os últimos três anos das demonstrações financeiras da empresa. Se você não tem treinamento na análise de demonstrações financeiras, tenha um profissional, como um contador, reveja as demonstrações financeiras. Você também quer saber quem preparou esses dados financeiros. Exemplo: eles foram preparados pela administração do negócio, ou por um contador?

Descubra o que realmente vale a pena

Descubra o que você deve realmente pagar pelo negócio. Quando você está comprando um carro usado, esta é uma questão simples de comparação de compras, mas a avaliação de negócios é consideravelmente mais complicada.

É comum utilizar vários métodos de avaliação de negócios para chegar a um preço. Ao preparar a lista de ativos (folha de especificações), por exemplo, o vendedor poderia ter usado:

Valor contábil (com base no balanço patrimonial da empresa)

Valor contábil modificado (valor contábil ajustado para refletir o valor de mercado atual dos ativos)

Valor de substituição (com base no que custaria para substituir o recurso)

Valor de Liquidação (com base no que o ativo traria se o negócio fosse liquidado)

Veja o negócio em funcionamento

Antes de comprar um negócio, obtenha uma perspectiva interna pedindo permissão ao vendedor para observar o negócio por vários dias. Esta pode ser uma ótima maneira de descobrir como o negócio que deseja comprar funciona de verdade. Caso o vendedor não concordar com isso, não significa necessariamente que seja um sinal ruim. Ele ainda pode estar pensando em você como um espião industrial ou algo do tipo, pois tudo ainda é especulação.

 

Brasil está nos planos da Almundo para 2018, com previsão de faturamento milionário

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Dada a realidade do nosso país, em que o turismo sempre foi um ponto forte, tanto no sentido de atrair turistas quanto no de proporcionar viagens aos brasileiros natos, é que chegará em terras brasileiros, no ano que vem, 2018, a Almundo. E essa empresa de viagens argentina já tem, desde já, planos que alguns classificam até como “bastante ambiciosos”, afinal, a intenção deles é, declaradamente, a de terem um faturamento de 200 milhões de reais apenas no primeiro ano de operação. E, para tornar a perspectiva ainda mais grandiosa, para o fechamento do segundo ano de funcionamento, eles esperam, de faturamento, algo em torno de 500 milhões de reais. Sim, isso mesmo, meio bilhão!

Quanto a mais detalhes sobre essa agência em questão, podemos destacar a sua criação, ocorrida no ano de 1991, na Argentina, e também vale pontuar o seu atual faturamento, a nível global, que atinge já os 500 milhões de dólares.

E é nessa tendência de crescimento que entra o nosso país, uma parte do plano que agência faz de expansão por todo o mundo, após manter-se concentrada basicamente no mercado do seu país de origem, onde vem crescendo, ao longo dos últimos 26 anos. E vale lembrar que nem sempre foi assim chamada a empresa, pois antes de virar a “Almundo”, ela era a “Asatej Viajes”, até que, no ano de 2015, o grupo Iberostar a adquiriu, traçando assim um novo plano de negócios para essa agência, que começou já com a abertura dos primeiros escritórios fora daquele país, como os do México e os da Colômbia. Hoje, a agência de viagens já possui, ao todo, 60 pontos de venda físicos no seu país de origem, Argentina, além de 3 no México e, por enquanto, apenas 1 na Colômbia. Quanto ao Brasil, no entanto, pretendem realizar todas as operações online, por meio de site, aplicativo e call center, como bem reforçou Luciano Barreto, presidente da divisão brasileira da referida empresa, que, a nível global, já conta com um total aproximado de 1.000 funcionários, sendo a maioria desses concentrada no país de origem dessa agência de viagens.

 

Como um plano de negócios é essencial para quem irá começar um próprio negócio

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Se você está pensando em começar uma pequena empresa, você provavelmente já sabe o que é um plano de negócios e ouviu que você precisa de um. Mas você realmente entende o propósito de um plano de negócios? Será que realmente importa se você tem um para sua pequena empresa? E como você pode criar um plano de pequenas empresas que seja realmente útil? A introdução e as dicas abaixo estabelecerão as bases para a criação de um plano efetivo de pequenas empresas para o seu novo negócio.

Planos de pequenas empresas explicados

Na forma mais simples, um plano de negócios é um documento que descreve os conceitos básicos sobre seus negócios, produtos e serviços; O mercado que você está direcionando; Os objetivos que você tem para o seu negócio; E como você alcançará esses objetivos.

Um plano de negócios é um dos vários planos importantes que você deve ter quando você está começando um negócio, os outros são um plano de marketing e um plano financeiro. Seu plano de negócios deve incorporar elementos de seu plano de marketing e seu plano financeiro em um documento abrangente. Pense no seu plano de negócios como um mapa ou modelo que orientará seu negócio desde a fase de inicialização até o estabelecimento e, eventualmente, o crescimento do negócio.

Por que você realmente precisa de um plano de negócios

Existem muitas razões pelas quais você precisa de um plano de negócios, embora esses motivos variem de acordo com o tipo de negócio que você está iniciando e como você pretende usar seu plano de negócios. Mas o fio comum para todas as empresas é que um plano de negócios é necessário.

Afinal, como você pode começar seu negócio e prosperar sem nenhum tipo de plano escrito para ajudá-lo? Algumas das razões pelas quais você precisa de um plano de pequenas empresas que se apliquem a você incluem:

Um plano de negócios é necessário se você for candidatar-se a um empréstimo bancário, lançar o seu negócio a investidores ou trazer um parceiro de negócios.

Você realmente não poderá qualificar a sua ideia comercial sem entender seu mercado-alvo, pesquisando a concorrência e realizando uma análise de viabilidade junto a todas as partes de um plano de negócios.

Um bom plano de pequenas empresas não apenas descreve onde você está e onde você quer estar, mas também ajuda você a identificar as ações específicas que você precisa tomar para chegar lá.

Um plano de negócios pode fornecer informações de base essenciais sobre o seu negócio, estratégia e cultura aos funcionários, incluindo gerentes e funcionários, à medida que sua empresa cresce.

A seção financeira do seu plano de negócios pode ser a base do seu orçamento de negócios e uma ferramenta útil para gerenciar o fluxo de caixa mensalmente. Então, você sabe que precisa de um plano de negócios.

 

Os erros mais comuns de jovens empreendedores

Empreender não é uma tarefa fácil para ninguém. Nem para os mais novos nem para os mais velhos. Visto isso, muitas pessoas podem ter dúvidas sobre as várias fases do negócio e se perder o meio de tantas possibilidades. A melhor solução é se antecipar ao problema e criar alternativas confiáveis ao sucesso da empresa. Segue abaixo os erros mais comuns de jovens empreendedores. Esses erros podem ser solucionados e daí surgir boas oportunidades de negócio.

Falta de planejamento

O planejamento é sem dúvida o passo mais importante no início de uma empresa. Como o negócio ainda não está estruturado pode desmotivar o empresário apressado. Como diz o ditado, a pressa é inimiga da perfeição, e é mesmo. Na busca de lucrar rápido o empreendedor pode ultrapassar a fase do planejamento e deixar algumas preocupações de lado. A fase de planejamento é importante porque nela o empresário conhece o mercado consumidor e descobre os possíveis produtos e serviços que podem ser ofertados. Então, caro empreendedor, não tenha medo de planejar.

Experiência relevante

Considerar a experiência de profissionais mais velhos é um fator importante na construção de um negócio saudável e em relações interpessoais agradáveis. Antigamente, não tínhamos uma cultura de viagens e intercâmbio presente nos dias atuais. Mas muitos executivos conquistaram sucesso na carreira. Para os empreendedores mais jovens é preciso aceitar essas mudanças culturais e dar relevância para o que realmente importa: competência. Por isso, há de se dar valor às experiências de vida diferentes, pessoas mais velhas e com potencial para o sucesso. Formar uma equipe que saiba trabalhar é um ótimo desafio e um caminho mais fácil para o sucesso.

Desistência

Para muitos jovens empreendedores se uma ideia não deu certo, partem para próxima sem olhar para trás. A dica aqui é que se empreendedor acredita no negócio, fez um ótimo planejamento, tem uma equipe capacitada, ele deve persistir. Algumas empresas dão consultoria para empresários que estão precisando de conselhos, seja na área de gestão, financeiro e projetos. O Sebrae oferece cursos online de acordo com cada fase do negócio. O conselho é o empreendedor não se desespere, tenha calma e confiança no negócio.