Kraft Heinz vai construir uma nova unidade no Brasil

A quinta maior empresa de alimentos e bebidas do mundo, a Kraft Heinz, dos acionistas da 3G, que é formada pelos brasileiros Beto Sicupira, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e por Warren Buffet, americano da Berkshire Hathaway, está anunciando abrir uma nova fábrica no Brasil.

A construção será em Goiás, na cidade de Nerópolis, com investimentos totalizando R$ 380 milhões. O presidente do grupo no Brasil, Pedro Drevon, declarou que no próximo ano, este novo projeto entrará em operação e vai fortalecer a expansão da companhia no Brasil.

A produção na nova fábrica será das linhas da Quero Alimentos e da Heinz, como mostarda, ketchup, molhos de tomate e maionese. Será a primeira fábrica construída desde a fusão dos negócios da Kraft e Heinz, que aconteceu em 2015.

Esta nova unidade vai ser independente da outra fábrica, que fica no mesmo município de Nerópolis, e que passou a fazer parte do grupo, quando a Heinz adquiriu a Quero Alimentos, em 2011. A escolha do estado de Goiás, foi porque ele é o maior produtor de tomate do Brasil, além de oferecer incentivos fiscais no programa estadual Produzir. A intenção do grupo é gerar quinhentos novos empregos, diretos e indiretos.

Além dessa nova unidade, a fábrica que já está em funcionamento, irá ser modernizada e ampliada, com um investimento em torno de R$ 100 milhões. A nova fábrica, vai ser construída com tratamento de energia e água renováveis, para que essa unidade tenha um sistema sustentável.

O grupo espera um aumento nas vendas esse ano, tendo faturado no último ano cerca de R$ 1 bilhão no Brasil. Com uma grande variedade de produtos no seu portfólio, o grupo está atendendo consumidores da classe A e B com a Heinz, e as outras classes, que consomem os produtos da Quero.

A nova unidade, iniciará as suas atividades com uma capacidade de produção de 15 mil toneladas/mês, sendo que a fábrica que já está em funcionamento tem uma produção de 23 mil toneladas/mês.

Com foco nos consumidores com rendimentos mais baixos, a empresa vai voltar com o suco em pó Ki-Suco, com uma fórmula diferente, e lançou um macarrão instantâneo.

De acordo com o presidente, no Brasil existe espaço para todas as marcas e produtos. A produção do Ki-Suco no início, será feita de forma terceirizada, podendo ser produzido nas fábricas da Kraft Heinz futuramente, mas essa é uma possibilidade que ainda não foi resolvida.

Quando a fusão da Kraft com a Heinz foi anunciada em 2015, o grupo identificou os locais onde a empresa precisaria ampliar os seus investimentos pelo mundo. A crise pela qual o país vem atravessando, não mudou a decisão da empresa de investir no Brasil.

Pedro Drevon, começou sua carreira no 3G, grupo dos três bilionários brasileiros, ele entra em contato direto com Bernardo Hees, executivo que conversou com os maiores acionistas globais, sobre a importância de investir no mercado brasileiro.

Segundo Adalberto Viviani, especialista em alimentos, a decisão da empresa em fazer investimentos no Brasil nesse momento de crise, está correta.

 

O sueco que está liderando o caminho para uma sociedade sem dinheiro

 

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O empresário Jacob de Geer estava prestes a “conseguir um emprego real” quando ele se deparou com uma lacuna no mercado e criou uma das empresas mais bem-sucedidas da história de seu país.

“Nós acabamos de ter nosso segundo filho. Eu estava em um momento da vida onde eu realmente senti como se eu necessitasse de alguma estabilidade”, disse o sueco de 40 anos. “Você sabe, um bom salário fixo que pagaria as minhas contas mensalmente, possivelmente um carro da empresa, e alguns benefícios também teria sido uma ótima escolha. Essas são algumas das coisas que você só irá obter se você não tiver seu próprio negócio”.

Isso foi por volta de 2010 e, à medida que a crise financeira global continuou engolfando a Suécia, Jacob de Geer disse que definitivamente não sentia que era o momento certo para começar um novo negócio.

Mas foi ainda em janeiro de 2010 que sua esposa, uma importadora de óculos de sol, voltou de uma feira se queixando dos clientes que havia perdido simplesmente por não poder aceitar cartões de débito de seus clientes.

Jacob disse que isso foi porque, na época, a maioria dos comerciantes e pequenas empresas não podiam pagar as caras máquinas de cartões móveis disponíveis nos bancos. “Minha esposa disse que alguém deveria resolver isso para as pequenas empresas, pois isso não fazia sentido para nós”, lembra ele.

Evidentemente nada foi feito para mudar isso, pelo menos na Europa. Jacob de Geer – que anteriormente havia montado e vendido uma série de empresas de mídia – estava determinado a fazer algo a respeito das máquinas de cartões.

Ele começou a pesquisar o mercado e descobriu que havia cerca de 20 milhões de pequenas empresas na Europa que tinham a necessidade de uma solução muito mais acessível para adotarem a venda por cartões em seus negócios. Quatro meses depois, ele uniu forças com seu amigo Magnus Nilsson e fundou a iZettle.

A tecnologia da empresa funciona transformando smartphones e tablets em máquinas de cartão de crédito e débito. A entrada para o fone de ouvido, serve como um encaixe para o leitor de cartões, tornando qualquer aparelho uma máquina de cartões.

O cliente simplesmente coloca seu cartão no leitor iZettle do comerciante, insere sua senha numérica e o pagamento é feito da mesma forma como acontece nas máquinas de cartões oferecidas pelos bancos.

O produto foi bem-sucedido na Suécia e agora é utilizado por milhares de comerciantes em 12 países, principalmente em toda a Europa, mas também no México e aqui no Brasil. A empresa diz que continua crescendo tão rápido que 1.000 novos clientes se inscrevem todos os dias para adquirir o serviço.

Tempo certo

Jacob de Geer atribui parte do sucesso inicial da empresa na Suécia para uma população “experiente em tecnologia” que adora abraçar novas tendências, gadgets e modas. “É uma das razões pelas quais a Suécia é um teste comum para muitas empresas internacionais ir testar seus produtos”, diz ele. “Eles sabem que se fizer sucesso aqui, provavelmente também fará sucesso na maioria dos outros lugares”.

Graças, em grande parte, à iZettle, a Suécia está liderando a corrida para se tornar a primeira sociedade sem dinheiro do mundo. Em 2015, 80% de todos os pagamentos de varejo no país foram feitos por cartão, em comparação com cerca de 52% no Reino Unido e 45% nos EUA.

Além da venda dos leitores de cartões, a iZettle também fatura ao cobrar aos usuários uma taxa mensal, que é uma porcentagem dos pagamentos recebidos. Isso varia de 2,75% para 1%, dependendo de quanto dinheiro o comerciante consegue fazer por mês. A iZettle diz que essa taxa permanece significativamente menor do que a taxa cobrada pelos bancos para o mesmo serviço.

O professor Niklas Arvidsson, do Royal Institute of Technology da Suécia, diz que há vários motivos para o sucesso da iZettle, inclusive estar no lugar certo no momento certo. “O momento era o mais certo possível. Havia uma necessidade muito grande de comerciantes que queriam uma solução como a iZettle, para fornecer pagamentos diferenciados com um leitor de cartões”. Falando sobre Jacob de Geer, o Prof. Arvidsson acrescenta: “Ele parece ser um empreendedor focado e alguém que tem a capacidade de ter uma ideia e trazê-lo para casa”.

 

Cartão de crédito pré-pago: esclareça suas dúvidas

Você já precisou desistir de uma compra pela internet que queria muito por que descobriu, quando foi selecionar a forma de pagamento, que o site aceitava apenas cartão de crédito? Isso ocorre por exemplo na compra de alguns tipos de produtos como ingressos para festas, reservas de serviços e hotéis entre outros.

Solicitar o cartão de crédito emprestado de algum amigo ou parente é sempre constrangedor. Mas para acabar com esses tipos de desconforto – cancelar uma compra ou emprestar o cartão de alguém, é que existe no mercado o chamado cartão de crédito pré-pago recarregável.

Como conseguir um cartão de crédito pré-pago?

Essa modalidade de pagamento pode ser obtida mesmo para pessoas que estiverem com restrições no CPF, pois não é preciso ter conta em nenhum banco para conseguir o cartão, mesmo que algumas das opções oferecidas no mercado estão ligadas a instituições bancárias.

Cada operadora do cartão possui um procedimento próprio. Em algumas o pedido deve ser feito pessoalmente no banco, em outras pelo telefone e ainda pela internet que é a opção mais rápida e fácil.

Vantagens e desvantagens

Como ocorre em todo meio que envolve transação financeira é normal que haja benefícios e desvantagens, e com um cartão pré-pago não é diferente. Descubra agora quais os prós e contras em adquirir esse tipo de serviço:

Prós

  • Não tem fatura mensal;
  • Possui as mesmas bandeiras das usadas nos cartões crédito convencionais;
  • Tem valor de recarga máxima de R$5 mil e mínima de R$25;
  • É aceito em estabelecimentos físicos e em compras virtuais;
  • Você controla o quanto vai poder usar mensalmente;
  • Não precisa comprovar renda ou ter conta bancária;

 

Contras

  • pagamento de taxas
  • Não é possível parcelar compras;
  • Ter um cartão de crédito pré-pago também envolve o pagamento de taxas para saque, recarga, manutenção, envio e emissão do cartão;
  • Valor das taxas podem ser comparadas aos cartões normais de uma conta corrente, por exemplo;
  • Recarga deve ser feita por pagamento de boleto ou transferência realizada pela internet.

Contudo, as vantagens e desvantagens variam de acordo com as normas de cada operadora e do perfil de quem quer contratar essa forma alternativa de pagamento por produtos e serviços.

Por que a música de uma loja influencia os clientes a comprar mais?

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O chamado sound branding é um importante aliado na hora de aumentar o consumo

Talvez, você nunca tenha parado para pensar em como uma loja pode depender de uma trilha sonora para atrair mais o consumidor, certo? Isso porque muitos não conhecem o termo sound branding, uma técnica já usada em alguns estabelecimentos e que visa manter o cliente mais tempo na loja para comprar mais.

Sound branding é uma técnica usada para reforçar a identidade de sua marca e fidelizar clientes por meio de avisos sonoros ou músicas ambiente. Pode ser em lojas de departamento, restaurante ou em uma lanchonete. Todos podem – e deveriam – fazer uso dessa tática.

Porém, não basta o proprietário incluir um som que ele curte; é preciso que a música combine com a marca, com o público-alvo. Uma loja de brinquedos não tocará Guns N’ Roses; rock combina mais com uma loja de esportes, correto? Associar a marca a uma música inapropriada pode levar o negócio a perder até 28% de suas vendas e o rendimento dos funcionários pode cair até 60% em função do impacto sonoro.

Então, como fazer?

O primeiro passo é incluir o áudio como parte das estratégias de venda. Estudar o sound branding exatamente como uma empresa de branding, ou seja, estudar a marca, conhecer o público-alvo, pesquisar as suas necessidades, mas sempre indo adiante, adicionando a personalidade desse público.

Saber conquistar o cliente por meio da música não é tarefa só do grande comércio. O áudio em canais de teleatendimento, chamadas em lojas, vinhetas das marcas na TV ou nas mídias sociais são de grande importância para chamar atenção e atrair o cliente.

O ritmo da música também influi. Segundo o gerente de marketing do grupo Afeet, Ivã Carrilho, se o negócio tem uma rotatividade muito grande, como fast-food ou lojas de R$ 1,99, músicas animadas estimulam as compras por impulso. Já as músicas mais suaves contribuem para o consumidor ficar mais tempo na loja, enquanto toma a decisão de comprar ou não. Quase sempre, compram, principalmente se for uma loja de produtos caros.

Outro ponto a ser destacado são os posts sonoros, aquelas mensagens que interrompem a música para falar sobre promoções e outros serviços oferecidos.

Mas é importante tomar cuidado para não irritar a clientela; enviar mensagens com um curto espaço de tempo, se o seu negócio implica em fazer o cliente ficar mais tempo, como um restaurante, é uma péssima ideia. E mensagens espaçadas para um estabelecimento que exige maior demanda, ou seja, o cliente fica por poucos minutos, também não é uma boa estratégia. O ideal, nesse último caso, é priorizar as informações que você quer passar para o cliente.

 

 

As mudanças empresariais na era da sustentabilidade

As transformações na natureza dos negócios devido ao processo de globalização tornam as empresas preocupadas em redefinirem o seu perfil e suas tarefas, voltadas numa atuação de responsabilidade sustentável perante a sociedade. As questões ambientais, de fato, passaram a ter grande importância para as organizações e, como consequência, foram necessárias mudanças para sobreviverem no competitivo mercado. Se pararmos para olhar o passado, o desenvolvimento de uma empresa era sinônimo de crescimento econômico. Dessa forma, conservar o meio ambiente e manter a qualidade de vida eram atividades consideradas incompatíveis para conseguir alcançar o desenvolvimento desejado, e a poluição e degradação do meio ambiente eram consequências inevitáveis para tal êxito.

Atualmente, observa-se que as empresas têm desempenhados novos papéis e passaram a considerar as questões ambientais e sociais como tarefas essenciais para o desenvolvimento. Consequentemente, essas mudanças influenciam no ambiente em que a empresa se situa, tendo em vista ser necessário criar novas diretrizes e limitações para obter a eficácia do processo. Um dos problemas encontrados para conseguir o triunfo é a falta de ética, que diminui a credibilidade das organizações diante da sociedade. Isso ocorre porque cada vez mais a população está preocupada em combater a poluição e outros meios que podem vir causar a destruição do meio ambiente e prejudicar as futuras gerações.

O conceito de desenvolvimento se encontra cada vez mais difundido na sociedade atual e, portanto, as empresas obrigatoriamente devem levar em consideração esse fato, com a implantação de gestões mais sustentáveis, por meio de práticas conscientes e produção mais limpa. Trabalhar a sustentabilidade é uma forma de não colocar em risco os recursos naturais, como o ar, a água, o solo e a vida vegetal e animal, que são indispensáveis para a vida da sociedade. Dessa forma, esse trabalho busca promover a exploração de áreas ou o uso de recursos naturais de forma a prejudicar o mínimo possível o equilíbrio entre o meio ambiente, as comunidades humanas e todo o resto da biosfera.

Portanto, as empresas, ao desenvolverem uma atividade sustentável e mantê-la por um período indeterminado, fazem com que o desenvolvimento tenha uma expansão econômica permanente, com a geração de melhores indicadores sociais e também a preservação ambiental. Os desafios que a maioria das organizações enfrentam é o não reconhecimento de que suas atividades causam impacto no meio ambiente. Logo, não pode a empresa se preocupar somente em produzir embalagens recicláveis, deve-se atentar as várias etapas do processo, desde a fabricação, até a relação com os empregados, fornecedores, clientes, mídia e a população. Assim, é relevante manter o equilíbrio do tripé considerado fundamental para o sucesso da organização, formado por três esferas, a econômica, a ambiental e a social, a fim de minimizar possíveis danos resultantes da atuação empresarial.

Clique aqui e veja uma reportagem especial sobre os dez desafios da gestão sustentável no âmbito empresarial.

Nova estratégia de comunicação é comemorada por Duda Melzer em evento

Grupo RBS, presidido por Duda Melzer, realiza evento para celebrar a nova estratégia que visa promover maior conectividade entre as marcas da empresa e o consumidor

 

O Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre, foi o local escolhido para sediar a Convenção de Vendas RBS, realizada no dia 10 de maio pelo Grupo RBS do empresário Eduardo Sirotsky Melzer, também conhecido como Duda Melzer. No total, aproximadamente 400 convidados puderam participar de momentos especiais iniciados, no período da tarde, com discursos sobre resultados específicos atingidos pela empresa em determinado momento e acerca das estratégias adotadas pelo Grupo. O evento seguiu até a noite com muita música e show especial.

Além de Marcelo Adnet como mestre de cerimônias, o encontro também contou com a presença da cantora Preta Gil para animar a festa. Durante a celebração, a pista de dança foi comandada por Rafael Menegazzo, Rodrigo Adams, Luciano Costa e Leandro Bortholacci, todos integrantes da equipe de comunicadores do Grupo RBS.

No decorrer do evento, foram exibidos os resultados positivos alcançados no primeiro mês de atividades executadas por meio da integração dos setores de Mercado e Marketing. Também foi mencionado o Plano de Incentivo de vendas e as expectativas futuras da empresa. Com o intuito de estimular ainda mais a conectividade entre suas marcas e o público, o Grupo RBS adotou em sua nova estratégia modernos conceitos do mercado de comunicação.

Em declaração, Duda Melzer, presidente do Grupo, revelou com satisfação que aquele momento estava representando a crença e a confiança no futuro através da qualidade de sua equipe de comunicação, a crescente proximidade com o público e o reforço das marcas do Grupo.

O Grupo RBS presidido por Duda Melzer

O Grupo RBS foi criado em 1957 por Maurício Sirotsky Sobrinho. Atualmente, o conglomerado gaúcho se faz presente em diferentes mídias de comunicação como rádio, televisão, internet e jornal, sempre proporcionando entretenimento e conteúdo de qualidade ao público.

O ano de 2017 foi marcante para o Grupo considerado líder em comunicação no Rio Grande do Sul. Foi no mês de março que um dos principais programas de televisão da empresa, o Jornal do Almoço (JA), completou 45 anos de transmissão. Ainda no início deste ano, com sucesso registrado pela Apple como um dos melhores Podcasts do Brasil e o terceiro mais baixado em 2016, o programa de humor da Rádio Atlântida “Pretinho Básico”, completou 10 anos no ar. O PB conta com inúmeros seguidores nas redes sociais e pode ser encontrado em diferentes mídias e comunicação. São mais de 400 mil no Instagram e quase 1 milhão no Facebook.

O Grupo de Duda Melzer está sempre em busca da máxima interação com o público, seja ele ouvinte, internauta, telespectador ou leitor. No final de março foi lançado por meio de uma parceria entre as marcas Zero Hora, Rádio Gaúcha e RBS-TV o aplicativo “Pelas Ruas”. Este aplicativo tem a função de possibilitar de maneira prática o registro de reclamações sobre problemas que venham a afetar os habitantes da cidade de Porto Alegre.

Quer empreender? Aprenda com os Chineses

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Neste mundo globalizado sempre podemos aprender com a experiência de outros. Vamos pegar um exemplo de um país lá do oriente: há não muito tempo atrás, quando víamos um produto Chinês, logo tínhamos aquela impressão de que eram produtos baratos e de baixa qualidade. Era apenas algo para “quebrar um galho”, para resolver seu problema até conseguir um produto melhor.

Mas em pouco tempo isso mudou: de sinônimo de fabricantes de produtos “descartáveis”, os produtos “made in China” passaram a ser alvo de desejo dos consumidores, ansiosos pelo excelente “custo x benefício” de seus produtos. Até tradicionais empresas ocidentais, reconhecidas por seus produtos de qualidade, terceirizaram suas produções para a China.

O que aprender com os Chineses?

Nós brasileiros podemos seguir algumas lições que deram certo no esforço Chinês ao buscar a competitividade no mundo empresarial global. Em poucas décadas conseguiram transformar a mentalidade de seus empreendedores e trabalhadores com algumas premissas básicas:

– Foco

– Criatividade

– Organização

Estes pontos analisados individualmente já seriam responsáveis por grandes transformações em qualquer empresa, porém ao juntá-los em um plano de ação mais abrangente, se tornam elementos propulsores não apenas de uma empresa, de um negócio individual, mas de toda a economia de um país, ao ser aplicado em larga escala.

Foco

Neste item, os empresários Chineses escolhem um produto ou serviço e focam nas necessidades do cliente. Atendê-lo é o objetivo buscado, nada mais, nada menos. mantê-lo satisfeito é a forma de conseguir fidelizar o cliente por muito tempo.

Criatividade

Essencial para qualquer empreendedor. Se fizer o que todos fazem, não haverá diferencial para sua empresa e isso pode causar a estagnação de seu negócio. Inovar é a palavra. Não existe nada que não possa ser feito de forma melhor ou mais eficientemente. A inquietação é a chave da mudança.

Organização

Minimizar retrabalhos devido a erros, reduzir desperdício de materiais e mão de obra, otimizar seu sistema de distribuição são exemplos de vantagens competitivas provenientes da organização. Pense em sua empresa: onde eu posso atuar para ser mais competitivo?

Empreendedores chineses em visita ao Brasil deram a sua contribuição para nós, levantando alguns pontos que eles acreditam terem sido importantes no desenvolvimento de seu país. Vale a pena saber não é? Veja aqui.

O mercado brasileiro tem muito espaço para ser explorado, sua grande população e sua proporções geográfica continentais são ideais para o empreendedorismo. Somos um celeiro de empreendedores prontos para tomarmos o mundo com nossos produtos e serviços, bastando para isso encontrar seu nicho de mercado e aplicar estas pequenas atitudes em seu dia a dia.

2 modelos de negócio on-line altamente rentáveis

 

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Ganhar dinheiro na Internet é o sonho de muitas pessoas desde 1996, quando um dos maiores nomes em negócios on-line, Jeff Walker, mostrou que era possível se tornar um milionário vendendo produtos e serviços por meio de sites.

Tal possibilidade é animadora, afinal um empreendimento digital permite uma vida mais livre, com horários flexíveis e a tão desejada independência financeira.

No entanto, o que a maioria das pessoas ainda não entende é que ter um negócio on-line não se resume a subir um site. O site é essencial? Sim, mas não é o suficiente. Na verdade, o site corresponde apenas ao canal de comunicação bidirecional com o cliente, isto é, o empreendedor atrai e fala com o consumidor e este lhe responde, se tiver interesse.

Existem várias outras partes de um empreendimento tais como produtos ou serviços, público-alvo, faixa de preços, distribuição e marketing.

Diante de tantos detalhes, o primeiro passo de um projeto digital é a escolha do modelo de negócio, ou seja, a visão panorâmica da iniciativa.

Nem todos os modelos de negócio são indicados para um empreendimento on-line, tampouco para um time de uma única pessoa. Por outro lado, há 2 modelos perfeitamente adaptados para o mundo digital. Quais? Continue a leitura e descubra a seguir.

Infoprodutos

Infoprodutos consistem em produtos digitais tais como:

  • E-books
  • Áudios
  • Vídeos
  • Cursos on-line

Embora sejam comercializados por preços mais baixos, os infoprodutos permitem alcançar um grande volume de vendas. Uma vez criado um e-book, por exemplo, não há limite de disponibilidade. E isto é uma das principais vantagens deste modelo.

Já que o produto não acaba no estoque, é possível vender por tempo indeterminado, enquanto houver clientes dispostos a comprar.

Além disso, o empreendedor tem o trabalho de criar o produto uma única vez e irá vender inúmeras cópias de modo automatizado, usando ferramentas de e-commerce ou lojas virtuais.

O risco envolvido é baixo, visto que a atividade exige um investimento pequeno: a hospedagem de um site é um serviço de preço acessível e dependendo do infoproduto, o custo de produção pode ser zero.

Finalmente, escalar o negócio representa outro ponto positivo: o empreendedor pode adicionar vários infoprodutos ao seu portfólio e, por consequência, aumentar seu lucro, sem elevar proporcionalmente os custos.

Consultoria

A consultoria se refere a um serviço de aconselhamento individual ou em grupo sobre qualquer área. Um exemplo disso são as consultorias de marketing, em que o empreendedor indica estratégias de publicidade para o seu cliente.

Todo o processo é realizado a distância, seja por meio de webinars, Skype, e-mails, fóruns de comunidades, dentre outros.

Embora a consultoria envolva um número menor de clientes, se comparada ao modelo de infoprodutos, o seu preço é bem mais alto. Isto significa que com poucos compradores, o empreendimento pode ter alto lucro.