Agência liderada por José Henrique Borghi tem novos clientes em 2017

A agência Mullen Lowe Brasil iniciou o primeiro trimestre do ano de 2017 repleta de novidades em sua cartela de clientes. Ao todo, a empresa comandada por José Henrique Borghi recebeu vinte e cinco novas contas. Entre elas podemos destacar a Coral, reconhecida fornecedora de tintas e diversos outros materiais relacionados à manutenção de ambientes residenciais e comerciais; Sparlack e Hammerite, companhias também atuantes no mesmo segmento de pintura; a multinacional Harley-Davidson, especializada no setor de motocicletas; e a Casa e Vídeo, rede de lojas de departamento que, em outra ocasião, já integrou o portfólio da agência.

Segundo pesquisa realizada entre os meses de março e setembro do ano passado, pela Agency Scope, a Mullen Lowe Brasil foi avaliada positivamente, destacando-se em diversos quesitos de grande importância no mundo publicitário. Ao todo, o levantamento contou com a participação de 405 colaboradores, provenientes de mais de 370 companhias. Do total de envolvidos na pesquisa, 304 eram publicitários e 42 eram executivos. A agência, que já foi chamada de Borghi Lowe, atualmente é conduzida pelo publicitário José Henrique Borghi.

As informações do documento revelaram que Mullen Lowe Brasil é líder de mercado em seu segmento, dispondo de ideias e profissionais capacitados, capazes de promover interação com os mais variados meios e setores – e que garantem o retorno do investimento para seus clientes. No tocante à afinidade entre a diretoria da companhia junto ao cotidiano dos clientes e consumidores, a agência também conquistou posição de destaque, corroborando o padrão de excelência obtido nos últimos três anos. Ainda de acordo com a pesquisa, a presença dos gestores em todo processo de criação é forte, destacando-se a participação de José Henrique Borghi frente às conquistas de metas e objetivos de seus clientes.

O departamento de criação, com o aumento da cartela de clientes, está trabalhando de forma incessante. Para o co-CEO da agência, a ocasião retrata uma oportunidade grandiosa para todos que fazem a companhia. José Henrique Borghi relata que as produções de algumas campanhas já se encontram adiantadas, na expectativa apenas da aprovação por parte dos clientes. Trabalhando nos mais diversos setores, o empresário de larga experiência no meio publicitário almeja parcerias futuras como os clientes atendidos.

O outro CEO da agência, o empresário André Gomes, presume que o período de crescimento será refletido ao longo do restante do ano, fomentando o surgimento de novos tempos na Mullen Lowe Brasil. Para André, os novos clientes são preferidos pelos consumidores em seus segmentos, o que acarreta um maior alcance em novos setores para a agência. O sócio de José Henrique Borghi ainda ressalta que está ansioso e se encontra na expectativa de trabalhar futuramente com as novas marcas.

Sobre a Mullen Lowe Brasil

Atuando em mais de 65 países, a agência é especialista em estratégias de marca, criação e desenvolvimento de conteúdo e comunicação. Seu principal objetivo é elevar ao máximo share of attention de sua clientela e encorajar o público consumidor a ser parte ativa das marcas trabalhadas pela companhia.

Crise econômica ajuda a ascender novas marcas e compras pela internet

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A troca de marcas, carona compartilhada e hábitos sustentáveis são alguns dos métodos usados pelo consumidor, aponta pesquisa

Quando a crise econômica afetou o País, o consumidor de baixa renda se viu obrigado a mudar os hábitos, como cortar os gastos e trocar um item por outro, mas o que era algo difícil de fazer, acabou transformando-se no novo cenário da economia.

Menos preso às marcas, o consumidor opta por aquelas mais baratas, mas de qualidade semelhante, por isso, até mesmo as grandes marcas foram substituídas por outras mais em conta, para não perder a clientela.

Mas segundo o especialista em marketing e cofundador do Movimento Ímpar, Raoni Pereira, os clientes sofrem maior resistência para trocar a marca de eletrodomésticos e carros, por exemplo, já que são bens duráveis e precisam de uma boa pesquisa.

16% do consumidor das classes C, D e E optaram por hábitos sustentáveis

A crise dos últimos anos acabou favorecendo a sustentabilidade, levando as pessoas a cortar serviços de menor importância para obter hábitos que favorecem o meio ambiente. E não é só as classes C, D e E; as classes mais altas também estão valorizando o dinheiro, optando pelo cashback (quando o cliente tem parte do valor gasto na compra).

Além disso, outros hábitos de consumo como caronas compartilhadas, produtos usados e até a troca do cinema pela TV ou Netflix estão entre as mudanças. Essa troca acabou afetando o setor do cinema. É o que afirma uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a queda de 5% do faturamento nesse setor em 2016.

Compras via internet crescem no país

Além de mais pesquisa, o consumidor viu nas compras online uma oportunidade de economizar sem sair de casa. Só em 2016, segundo dados do mercado virtual, o comércio eletrônico teve um faturamento de mais de 7%. 48 milhões de brasileiros compraram alguma vez pela internet no ano passado, desde produtos de supermercados até plantas.

O aumento de compras pelo celular também aumentou; 21,5% dos brasileiros já utilizam o smartphone para fazer todo tipo de compra por ser mais prático e, dependendo, mais barato.

A avaliação, segundo dados da mesma pesquisa, é que as vendas online cresçam cada vez mais nos próximos anos, afastando a temida crise econômica.

2 modelos de negócio on-line altamente rentáveis

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Ganhar dinheiro na Internet é o sonho de muitas pessoas desde 1996, quando um dos maiores nomes em negócios on-line, Jeff Walker, mostrou que era possível se tornar um milionário vendendo produtos e serviços por meio de sites.
Tal possibilidade é animadora, afinal um empreendimento digital permite uma vida mais livre, com horários flexíveis e a tão desejada independência financeira.
No entanto, o que a maioria das pessoas ainda não entende é que ter um negócio on-line não se resume a subir um site. O site é essencial? Sim, mas não é o suficiente. Na verdade, o site corresponde apenas ao canal de comunicação bidirecional com o cliente, isto é, o empreendedor atrai e fala com o consumidor e este lhe responde, se tiver interesse.
Existem várias outras partes de um empreendimento tais como produtos ou serviços, público-alvo, faixa de preços, distribuição e marketing.
Diante de tantos detalhes, o primeiro passo de um projeto digital é a escolha do modelo de negócio, ou seja, a visão panorâmica da iniciativa.
Nem todos os modelos de negócio são indicados para um empreendimento on-line, tampouco para um time de uma única pessoa. Por outro lado, há 2 modelos perfeitamente adaptados para o mundo digital. Quais? Continue a leitura e descubra a seguir.
Infoprodutos

Infoprodutos consistem em produtos digitais tais como:

  • E-books
  • Áudios
  • Vídeos
  • Cursos on-line

Embora sejam comercializados por preços mais baixos, os infoprodutos permitem alcançar um grande volume de vendas. Uma vez criado um e-book, por exemplo, não há limite de disponibilidade. E isto é uma das principais vantagens deste modelo.
Já que o produto não acaba no estoque, é possível vender por tempo indeterminado, enquanto houver clientes dispostos a comprar.
Além disso, o empreendedor tem o trabalho de criar o produto uma única vez e irá vender inúmeras cópias de modo automatizado, usando ferramentas de e-commerce ou lojas virtuais.

O risco envolvido é baixo, visto que a atividade exige um investimento pequeno: a hospedagem de um site é um serviço de preço acessível e dependendo do infoproduto, o custo de produção pode ser zero.
Finalmente, escalar o negócio representa outro ponto positivo: o empreendedor pode adicionar vários infoprodutos ao seu portfólio e, por consequência, aumentar seu lucro, sem elevar proporcionalmente os custos.
Consultoria

A consultoria se refere a um serviço de aconselhamento individual ou em grupo sobre qualquer área. Um exemplo disso são as consultorias de marketing, em que o empreendedor indica estratégias de publicidade para o seu cliente.

Todo o processo é realizado a distância, seja por meio de webinars, Skype, e-mails, fóruns de comunidades, dentre outros.

Embora a consultoria envolva um número menor de clientes, se comparada ao modelo de infoprodutos, o seu preço é bem mais alto. Isto significa que com poucos compradores, o empreendimento pode ter alto lucro.

O contato direto com o público-alvo proporciona a oportunidade de fazer pesquisa de mercado constantemente. Ao conversar diretamente com o consumidor, tem-se o acesso a uma série de informações relevantes tais como seus anseios, suas preferências, seus desafios e seus problemas. De posse destes dados, os serviços podem ser ajustados para atender, de maneira mais eficaz, as necessidades dos clientes.
Além disso, os depoimentos obtidos durante e após a consultoria constituem um recurso imprescindível para estabelecer a autoridade da marca.

Se ambos os modelos são altamente rentáveis, qual seria a melhor opção? A decisão deve levar em conta:

  • O conjunto de habilidades e conhecimentos do empreendedor
  • O tipo de produto ou serviço cuja produção cabe dentro de seu orçamento e de seu tempo
  • O tipo de cliente desejado
  • A afinidade do empreendedor pelo tema do negócio
  • O tipo de rotina visada pelo empreendedor

Dessa maneira, você já está apto para escolher o seu modelo de negócio digital. Não perca mais tempo e comece a planejar o seu empreendimento.

 

 

 

Grupo RBS, de Eduardo Sirotsky Melzer, leva Clóvis Tramontina ao Fórum Respostas Capitais

Presidente da Tramontina revela durante Fórum Respostas Capitais, realizado pela ZH, de Eduardo Sirotsky Melzer, que para não demitir colaboradores optou por reduzir seus lucros no período de crise econômica vivida no país.

Dirigido pela jornalista Marta Sfredo, o Fórum Respostas Capitais deste ano contou com a ilustre presença do presidente da empresa Tramontina, Clóvis Tramontina. A 9ª edição do evento, realizada no dia 4 de maio, foi organizada pela Zero Hora (ZH), conceituado jornal do Rio Grande do Sul que pertence à rede gaúcha de comunicação Grupo RBS, do empresário Eduardo Sirotsky Melzer.

Durante o evento foram abordados diversos assuntos, estando entre os tópicos opiniões e relatos sobre a economia brasileira no cenário atual e previsões futuras, o renome nacional e internacional da Tramontina e seu histórico.

As medidas tomadas para remediar os efeitos causados pela crise econômica não deixaram de ser mencionados. Na entrevista, além de comentar sobre a tamanha importância que os funcionários possuem para a companhia, Tramontina afirmou que a empresa, para evitar demissões de funcionários optou por reduzir a margem de lucro, enfatizando “Nosso maior patrimônio são as pessoas. Uma empresa é feita de gente e não de produtos”.

Ao responder sobre a dificuldade em se manter otimista diante da atual recessão no Brasil, Clóvis destacou que, em sua visão, a economia do país tem potencial de desenvolvimento. Para ele, a situação é bastante complicada e preocupante, uma vez que o número de desempregados é maior do que o registrado. “Porém, não podemos nos entregar”, destacou em sua declaração.

Manifesto positivo de Eduardo Sirotsky Melzer nas redes sociais

Diante do contentamento com o andamento do evento, Eduardo Sirotsky Melzer, hairman do Grupo RBS, se expressou nas redes sociais através de suas contas no Linkedin e Twitter escrevendo “Sempre bom ouvir o Clóvis Tramontina. Visão e execução! Entrevistado pela Marta Sfredo na 9ª edição do Fórum Repostas Capitais”.

Para aqueles que têm interesse em acessar o conteúdo completo da entrevista realizada com Clóvis Tramontina durante o encontro deste ano, basta conferir a coluna +Economia publicada em 9 de maio ou o site da ZH.

Sobre o Fórum Respostas Capitais

Como parte da coluna +Economia, o Fórum de Respostas Capitais realiza, a cada dois meses, um encontro entre pessoas interessadas em assuntos de economia, cujo objetivo é promover o fornecimento de informações por meio de perguntas relacionadas ao tema em questão. Desde sua criação em novembro de 2015, o evento conduzido pela jornalista e colunista da ZH, Marta Sfredo, já recebeu vários convidados de renomadas empresas.

Nas antigas edições apoiadas por Eduardo Sirotsky Melzer participaram do encontro o presidente do grupo SLC, Eduardo Logemann; o diretor da rede InterCity, Alexandre Gehlen; o presidente do Grupo Herval, Agnelo Seger; a dona da rede de lojas Tok, Clenir Wengenowicz; o presidente da Lojas Renner, José Galló; o CEO da HT Micron e presidente do conselho de administração do Grupo Parit, Ricardo Felizzola; o CEO do Estaleiro Atlântico Sul, Harro Burmann; e o fundador da 4All, José Renato Hopf.

 

Por que a música de uma loja influencia os clientes a comprar mais?

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O chamado sound branding é um importante aliado na hora de aumentar o consumo

Talvez, você nunca tenha parado para pensar em como uma loja pode depender de uma trilha sonora para atrair mais o consumidor, certo? Isso porque muitos não conhecem o termo sound branding, uma técnica já usada em alguns estabelecimentos e que visa manter o cliente mais tempo na loja para comprar mais.

Sound branding é uma técnica usada para reforçar a identidade de sua marca e fidelizar clientes por meio de avisos sonoros ou músicas ambiente. Pode ser em lojas de departamento, restaurante ou em uma lanchonete. Todos podem – e deveriam – fazer uso dessa tática.

Porém, não basta o proprietário incluir um som que ele curte; é preciso que a música combine com a marca, com o público-alvo. Uma loja de brinquedos não tocará Guns N’ Roses; rock combina mais com uma loja de esportes, correto? Associar a marca a uma música inapropriada pode levar o negócio a perder até 28% de suas vendas e o rendimento dos funcionários pode cair até 60% em função do impacto sonoro.

Então, como fazer?
O primeiro passo é incluir o áudio como parte das estratégias de venda. Estudar o sound branding exatamente como uma empresa de branding, ou seja, estudar a marca, conhecer o público-alvo, pesquisar as suas necessidades, mas sempre indo adiante, adicionando a personalidade desse público.

Saber conquistar o cliente por meio da música não é tarefa só do grande comércio. O áudio em canais de teleatendimento, chamadas em lojas, vinhetas das marcas na TV ou nas mídias sociais são de grande importância para chamar atenção e atrair o cliente.

O ritmo da música também influi. Segundo o gerente de marketing do grupo Afeet, Ivã Carrilho, se o negócio tem uma rotatividade muito grande, como fast-food ou lojas de R$ 1,99, músicas animadas estimulam as compras por impulso. Já as músicas mais suaves contribuem para o consumidor ficar mais tempo na loja, enquanto toma a decisão de comprar ou não. Quase sempre, compram, principalmente se for uma loja de produtos caros.

Outro ponto a ser destacado são os posts sonoros, aquelas mensagens que interrompem a música para falar sobre promoções e outros serviços oferecidos.

Mas é importante tomar cuidado para não irritar a clientela; enviar mensagens com um curto espaço de tempo, se o seu negócio implica em fazer o cliente ficar mais tempo, como um restaurante, é uma péssima ideia. E mensagens espaçadas para um estabelecimento que exige maior demanda, ou seja, o cliente fica por poucos minutos, também não é uma boa estratégia. O ideal, nesse último caso, é priorizar as informações que você quer passar para o cliente.

 

Três dicas de endomarketing essenciais para qualquer negócio

O endomarketing consiste em uma modalidade de marketing voltada para o interior de uma instituição, dirigido para colaboradores, acionistas, fornecedores etc. Através de estratégias simples essa ferramenta permite criar uma atmosférica mais harmônica dentro de uma empresa, aumentando não apenas a produtividade da equipe, mas também a qualidade do trabalho.

Existem diversas maneiras de fazer com que os profissionais se sintam reconhecidos pela empresa e que a mesma vê importância do trabalho que desempenham. Algumas das formas mais eficientes de demonstrar tal preocupação é a assegurar as condições necessárias no ambiente de trabalho para a manutenção do equilíbrio profissional e também pessoal das pessoas envolvidas nas atividades da empresa.

Neste artigo reunimos três dicas importantíssimas para traçar as estratégias de marketing interno para sua empresa com ações simples e criativas. Acompanhe!

  1. Lembre sempre que parceiros de trabalho são humanos

Trabalhar com pessoas exige certa tolerância às peculiaridades de cada indivíduo, visto que seres humanos são invariavelmente dotados de qualidades e defeitos ao mesmo tempo. A principal característica que um colaborador deve ter é o compromisso com os objetivos da empresa, além da capacidade de trabalhar em equipe. Além do que, as necessidades e opiniões de cada colaborador deve ser ouvida e respeitada.

  1. Não deixe datas comemorativas passarem em branco

Carnaval, páscoa, dia das mães, dia dos namorados, aniversário e por aí vai uma lista de datas especiais que devem ser celebradas junto às pessoas que compõem sua equipe. Além do que, celebrações como essas consistem em ótimas oportunidades para fazer os membros do seu time interagirem entre si e também de gerar uma oportunidade conhecê-los melhor, torná-los mais próximos.

Os gastos realizados na promoção desse tipo de evento devem ser encarados não como despesas, mas como investimento, não só em endomarketing, mas na qualidade de vida dos colaboradores e do ambiente onde trabalham.

  1. Comece a investir no endomarketing da sua empresa o quanto antes

Antes de cair no gosto dos seus clientes, é necessário fazer com que as pessoas que fazem andar seu negócio sintam-se realizadas e dispostas a colaborar com o sucesso do mesmo. Seja através de elogios por um trabalho bem executado, uma promoção ou um aumento diante de um desempenho acima da média, diversas são as maneiras de mostrar às pessoas o quanto o trabalho por elas realizado é relevante.

Dessa maneira, a empresa está colaborando não apenas com a saúde dos colaboradores, mas com a harmonia dentro das próprias atividades, uma vez que o nível de motivação dos profissionais interfere diretamente na qualidade da produção de um negócio. Investir no endomarketing é a estratégia mais eficaz para colher bons frutos em curto espaço de tempo.

 

 

 

Com a Heads Propaganda de Claudio Loureiro, Unimed lança campanha “Mude1Hábito”

No último mês de abril, em parceria com a Heads Propaganda – agência de publicidade fundada por Claudio Loureiro – a rede de assistência médica Unimed começou a campanha intitulada “Mude1Hábito”. Com o tema “mudar um hábito muda uma vida”, a marca faz seu maior investimento publicitário do ano para inspirar a população a adquirir hábitos saudáveis.

“Primeiro ganhamos uma árdua concorrência para atender um importante anunciante do mercado. Agora, a Unimed nos brinda com a possibilidade de desenvolver uma campanha que mostra que viver melhor não depende de uma revolução. Começa devagar, de passinho em passinho”, avalia o diretor-geral da Heads Propaganda em São Paulo, Erick Machado.

Já o diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil, Darival Bringel, explica que “a Unimed e o mercado de saúde como um todo vivem um momento de transição para um padrão de atenção integral à saúde, promovendo a medicina preventiva e o bem-estar. Por isso, incentivar a mudança de pequenos hábitos é tão importante” – ainda mais que, segundo pesquisa da americana Duke University, cerca de 40% de tudo que as pessoas fazem no cotidiano não são decisões de fato, mas repetições de hábitos que já estão acostumadas a fazer. Mudar esses comportamentos automáticos e, geralmente, inconscientes é, portanto, muito significativo.

Em sua primeira campanha para a rede de assistência médica, a agência de Claudio Loureiro optou por trabalhar com histórias reais e personagens do cotidiano, que buscam mais qualidade de vida na rotina diária. O site mude1habito.com.br já está em funcionamento, com diversos conteúdos e dicas para ajudar os clientes da cooperativa e quem mais abraçar a causa e empenhar-se em mudar os hábitos de vida, um a um, para práticas mais saudáveis.

A ideia é que a campanha siga por todo 2017 – com mídia impressa, televisão, rádio, veículos online, mídia digital Out Of Home (OOH), e uma inovadora plataforma digital de crowd inspiration. Ela também contempla ações em PayTV (filme e patrocínio), revista, digital, Branded Content, ativações e redes sociais. Além disso, filmes para TV aberta, fechada e internet, também estão no “cardápio”.

A Unimed nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 349 cooperativas médicas, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País.

Sobre a Heads Propaganda, de Claudio Loureiro

A Heads de Claudio Loureiro faz parte da Worldwide Partners Inc – rede formada por 80 agências independentes e presentes em mais de 50 países. A empresa de publicidade possui 27 anos de atuação e capital 100% nacional. Atualmente, tem escritório em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba e opera para todo o Brasil.

A agência de propaganda de Claudio Loureiro foi eleita como uma das melhores companhias para se trabalhar no país, de acordo com o Great Place to Work nos últimos cinco anos. Em abril de 2015, tornou-se signatária dos princípios de Empoderamento Feminino da ONU Mulheres no Brasil, sendo a primeira empresa do mercado de publicidade a se comprometer com a causa na América Latina.

 

Confira 4 dicas para entrar em um mercado saturado

É possível encontrar um diferencial para ganhar destaque em um cenário competitivo

Em meio ao crescimento de empreendedores do país há também a forte concorrência, pois muitos aderem ao mesmo mercado – que por conseguinte, acaba saturado. Porém, estabelecer um negócio em um mercado tão acirrado pode ter grandes vantagens, se houver planejamento e bom direcionamento.

Confira 4 dicas para entrar em um mercado saturado e sair ganhando.

  1. Defina seu nicho

Não adianta concorrer com todos que atuam no mesmo mercado, pois isso pode levar a empresa à falência. O ideal é pensar no nicho, o foco do seu empreendimento, definir para quem você está vendendo o produto. Se o seu mercado é um self-service, você pode optar por oferecer comida vegetariana ou estrangeira (nicho). Quanto mais definido for o nicho, menor será o número de concorrentes.

  1. Mantenha contato e invista em Marketing Digital

Ouvir os clientes e saber aproveitar os feedbacks ruins podem ajudar o empreendedor a saber onde melhorar, a fim de trazer sempre um serviço superior que se destaque das concorrentes. Para isso, invista no marketing digital; Seja pela rede social, seja por telefone, seja por e-mail marketing. O importante é manter contato.

Mas se está difícil manter a comunicação com o cliente sem parecer algo mecânico, não hesite em buscar ajuda de especialista para promover produtos e serviços. Aproveite e faça também cursos de marketing de conteúdo e aprenda a alcançar o maior número de pessoas e a faturar.

  1. Tenha uma franquia

Para quem não tem muitos recursos e tem receio de começar em um mercado saturado, a dica é começar com uma franquia. Além de dar tempo para o empreendedor faturar um dinheiro para o negócio futuro, uma franquia é uma escola para quem quer acumular experiências e conquistar uma base de clientes.

  1. Acompanhe as tendências

Tudo evolui com rápida frequência, e é bom não esperar que as pessoas procurem outras marcas porque a sua está parada no tempo. Acompanhe as mudanças no mercado, quais são as demandas para melhor atender os novos clientes e manter os leais.

 

Verdades e mentiras sobre abrir uma loja virtual

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Com o mercado cada vez mais competitivo e estruturas físicas cada vez mais caras, o e-commerce cresce a cada dia mais no Brasil. Entretanto, no meio de toda essa “facilidade” que o mundo virtual sempre parecer oferecer, é importante definir o que é verdade e o que é mentira em relação à esse mercado.

Com operação simplificada e possibilidade de iniciar as atividades sem a necessidade de estoque, uma loja virtual parece muito mais atrativa. Ainda assim, existem muitas dúvidas não esclarecidas acerca do investimento necessário para empreender por este meio e quanto faturamento pode ser gerado em quanto tempo.

Antes de qualquer coisa, o empreendedor precisa definir em um planejamento adequado, definindo bem o nicho de atuação, focando nele. Apesar de parecer um processo simples, a abertura de uma loja virtual requer alguns cuidados cruciais.

Muitas pessoas acreditam que o custo para iniciar uma loja virtual é 0, isso é mentira. Claro que, se comparado com o de uma loja física, o investimento inicial parece muito baixo, mas ainda assim não é nulo. Ainda que pouco, sempre é preciso investir. Mesmo optando por alguma forma de empreendimento de baixíssimo custo, é necessário investimento para criação de marca, estruturação adequada e compra dos primeiros produtos.

Outro mito acerca de lojas virtuais é que o lucro acontece depressa. Ainda que um negócio virtual alcance mais visibilidade e/ou crescimento acelerado do que uma loja física, ainda é preciso esperar um certo tempo até que as vendas devolvam seu investimento inicial e comece a andar com as próprias pernas. É preciso que a loja tenha produtos que sejam a “vaca-leiteira”, sempre provendo sustento para novos produtos e produtos que já estão saindo da comercialização.

Um engano comum no pensamento das pessoas é que qualquer um pode fazer a gestão de uma loja virtual. Isso também não é verdade. Assim como qualquer outro empreendimento, a loja virtual precisa ser pensada, planejada, testada, divulgada, desenvolvida e todos os processos administrativos que envolvem o andamento de uma empresa. Para chefiar um negócio, é preciso ser capacitado. Existem muitos cursos e ferramentas que auxiliam no aperfeiçoamento dessas questões.

Uma grande verdade e, quem sabe, a maior vantagem de abrir uma loja virtual, é a possibilidade de iniciar a comercialização com poucos produtos. O importante é ter quantidade significativa do mesmo produto, do que propriamente um vasto portfólio de produtos.

Outra verdade, é que possuir loja virtual agrega valor ao negócio. Não é necessário ser uma marca muito conhecida para atuar de forma competitiva no e-commerce. É possível trabalhar um bom e-commerce mesmo com uma empresa de pequeno porte.

Se gostou dessas dicas, confira um artigo sobre como possuir um e-commerce de sucesso, clicando neste link.

 

Manaira Shopping, de Roberto Santiago, se firma como referência de lazer e diversão no Nordeste

Um dos maiores centro comerciais da Paraíba, o Manaira Shopping, do empresário Roberto Santiago, chegou à maturidade se firmando como uma referência em lazer e diversão na região Nordeste do Brasil. O shopping completará 28 anos em novembro e é considerado um ícone da capital paraibana, João Pessoa. A história do empreendimento se mistura com a história pessoal do seu idealizador e do bairro de Manaíra, onde está instalado.

Roberto Santiago iniciou a construção do complexo em fevereiro de 1988, acreditando no potencial econômico dos shoppings centers como um todo e de João Pessoa de forma especial. E ele estava certo. O Manaira Shopping de Roberto Santiago, atravessou ao longo desses anos, vários momentos econômicos do país, bons e ruins. O cenário econômico mudou, mas a determinação do empresário de transformar o empreendimento em um grande centro de lazer e diversão nunca arrefeceu.

O shopping é um sucesso desde que nasceu. Impulsionado pelo gosto dos brasileiros por shoppings centers (em 2015, por exemplo, durante o auge da crise econômica, o setor cresceu 6,5%), o centro de compras teve de fazer várias ampliações ao longo de sua história, para atender à crescente demanda de clientes que vem conquistando ao longo dos anos.

Primeiras ampliações

Percebendo o potencial do recém-lançado empreendimento, o Manaira Shopping de Roberto Santiago, passou pela primeira ampliação apenas quatro anos após a inauguração. O crescimento do público do shopping e da demanda de lojistas por novos espaços provocou uma nova ampliação em 1997, quando foram inauguradas lojas como Riachuelo e Lojas Maia. Em 2002, novo crescimento, com a chegada das Lojas Americanas, C&A, Ri Happy e Box Cinemas.

Um ano depois, com o crescimento da frota de carros particulares em João Pessoa, o shopping inaugurou seu edifício garagem, que hoje conta com seis pavimentos. A 4ª ampliação aconteceu em 2007, quando o centro comercial passou a contar com 260 lojas.

Foi a partir do final da década de 2000 que o shopping passou a investir pesadamente no aumento das opções de lazer dos paraibanos e de turistas que visitam as belas praias da cidade. Em 2008 a praça de alimentação do estabelecimento foi ampliada e, em 2009, foi inaugurada a casa de shows e eventos Domus Hall, colocando definitivamente João Pessoa no roteiro dos grandes shows que passam pelo Nordeste do Brasil.

O Manaira Shopping de Roberto Santiago, têm então uma nova ampliação da praça de alimentação e, em 2014, lançou o espaço gourmet do empreendimento.

Completam as opões de lazer do shopping um complexo com 11 salas de cinema, salão de festas, pista de boliche e parque de diversão.

Investimentos na Paraíba

O Manaira Shopping não é o único investimento de Roberto Santiago em João Pessoa. Ciente do potencial econômico da cidade, o empresário é dono ainda do Mangabeira Shopping, empreendimento inaugurado em 2014 com um investimento de quase R$ 500 milhões e que é considerado o grande vetor de crescimento da zona sul de João Pessoa.