Sergio Cortes reporta os dois lados dos raios X dos exames de imagem

E como bem lembra o ortopedista Sergio Cortes, os raios X foram descobertos há mais de um século, mais precisamente em 8 de novembro de 1895, pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen, e então, entre os anos 1920 e 1950, a radiologia desenvolveu-se em nosso país, tornando-se tão essencial à ortopedia como é até os dias de hoje.

Porém, apesar de indispensáveis em certos casos, eles não são “brincadeira”. Independente do exame feito, havendo a exposição de raios X, ou seja, de radiação, deve-se então ter muito critério para usá-lo, além de cuidados, como monitorar e controlar todo o processo, de modo que o paciente seja exposto a quantidades consideradas seguras.

Se nos expormos à radiação excessivamente, isso passa então a ser nocivo

A princípio, radiografias não são assim tão condenáveis, afinal, é o raixo-x que consegue mostrar ao especialista um osso que quebrou ou um tumor que está crescendo no paciente, lembra Sergio Cortes sobre a utilidade crucial destes exames em sua especialidade médica.

Em verdade, quando se trata dos possíveis perigos, é logo pontuado por qualquer médico experiente, que além dos costumeiros cuidados dos profissionais, voltados a evitar ao máximo expor os seus pacientes à radiação quando desnecessários os exames de diagnóstico, os ricos dos raios X destes são baixos, se os compararmos às outras situações de exposição à radiação.

O ortopedista Sergio Cortes também recorda que estamos sempre expostos à radiação natural, presente tanto no solo quanto no espaço, e até mesmo em nossos alimentos. Mas sem deixar passar que, apesar disso, a radiação em grandes quantidades ou repetidas vezes pode chegar a até mesmo alterar o DNA das nossas células. Nesse sentido, as áreas mais vulneráveis costumam ser a tireoide, os olhos, a medula óssea e o sistema reprodutor como um todo.

Sergio Cortes recorda o consenso sobre os cuidados com a radiação

O mesmo ortopedista reporta então qual é o atual consenso médico sobre cuidados relacionados às radiografias, fluoroscopias e tomografias computadorizadas, e isso começa logo quando for pedido pelo médico algum desses exames. Nessa situação, o paciente tem de avisar ao profissional se já tiver realizado o mesmo exame antes, se foi há muito ou pouco tempo, e se ainda possui guardada a radiografia.

Outro quesito também consensual, recorda o médico Sergio Cortes, é se o local do exame segue o padrão de segurança, se estão sendo tomados todos cuidados indispensáveis para que a radiação seja menos nociva possível. Entre eles, no caso das radiografias, está o uso de aventais de chumbo, além de protetores de tireoide e protetores de gônadas.

No entanto, ainda que uma radiografia do tórax equivalha a dois dias e meio de radiação natural, ou como no caso de uma tomografia do abdômen, mais de dois anos e meio, o ortopedista relembra que toda a classe médica os considera certas vezes indispensáveis, de modo que não se deve evitá-los se indicados forem para o problema a ser tratado.

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