Modelo revolucionário de cultivo de alimentos é criado por uma empresa

Além de produzir cozinhas projetadas para os seus clientes, a varejista Ikea pensa em formas de inovar com o foco em ajudar os seus clientes. Ela passou a focar também na produção de alimentos voltados para os seus clientes, mas pensou em proporcionar a possibilidade de o próprio cliente produzir os seus alimentos. Em vista disso a Ikea desenvolveu o Lokal, uma espécie de horta vertical onde o cliente poderá cultivar vegetais dentro de sua própria casa.

Esse modelo de fazenda que está sendo implantado pela Ikea irá democratizar a forma de cultivo e dará o poder de escolha para o consumidor final: comprar de quem produz ou passar a produzir os seus próprios alimentos.

O laboratório responsável por desenvolver o protótipo é o Space 10 da Ikea, sendo que o Lokal foi pensado na modalidade de cultivo hidropônico, e traz a utilização de LED para as bandejas que se dispõem empilhadas. Os criadores desse tipo de designer apontam que a produção gerada pelo Lokal é três vezes mais efetiva e rápida do que o modo tradicional. É interessante frisar que a produção dos alimentos realizados no Lokal utiliza 90% menos água em comparação com as produções tradicionais.

As bandejas passam por testes para melhorias e estão sendo instalados sensores nestas bandejas, que mostrarão para o cliente relatórios constantes sobre a produção. Com isso ele poderá acompanhar a taxa de crescimento dos alimentos, as estimativas de colheita e a qualidade da produção que está sendo cultivada. Essas informações poderão chegar no smartphone do cliente através do Google Home.

A ideia de comercializar os sensores utilizados no Lokal para os produtores tradicionais está sendo estudada pela empresa. O fato de um produtor conseguir através de um smartphone acessar dados precisos de sua produção é algo inovador e de muito impacto.

O que ainda está sendo discutido pela empresa é se a produção do Lokal irá ser também destinada a produtores comerciais. Segundo Michael La Cour, diretor dos serviços de comida da Ikea, esse projeto é inovador e merece passar por um desenvolvimento e amadurecimento maior para ser comercializado no varejo.

“O projeto está em fase de teste, e vem demonstrando ótimos resultados. Ele precisa passar por algumas modificações, como a instalação dos sensores nas bandejas e ser revisto para que público irá atender melhor”, diz o diretor.

Leilão das usinas hidrelétricas foi realizado e os chineses arremataram a de Simão Pereira

A usina hidrelétrica de São Simão que fica no Rio Parnaíba, entre os estados de Minas Gerais e Goiás, foi leiloada e os chineses da Spic Pacific Energy PTY compraram ela em um único lance, por R$ 7,18 bilhões e com um ágio do seu valor inicial de 6,51%. Ela possui potência já estabelecida de 1.710 MW.

Os leilões dessa usina de São Simão e de outras usinas, as de Miranda, Jaguara e Volta Grande, apresentaram durante todo o processo várias discussões e liminares judiciais. Isso aconteceu porque a Cemig que é a atual operadora delas, não conseguiu um acordo para manter o controle dessas quatro usinas. Todas elas juntas possuem uma capacidade de geração de energia que chega a 2.922 MegaWatts.

O governo federal conseguiu levantar com a venda dessas quatro usinas, cerca de R$ 12,13 bilhões e o ágio chegou a 9,73%. Esses valores vão auxiliar o governo a manter a meta fiscal desse ano, que tem previsão de déficit de cerca de R$ 159 bilhões. O valor dessa concessão entra como uma renda extra para o governo. A concessão dá o direito para a empresa que venceu o leilão e que irá pagar os valores determinados para o governo, de explorar essa propriedade pública por um determinado período de tempo.

A usina de Jaguara foi arrematada no leilão pela Engie, por

R$ 2,171 bilhões e com um ágio de 13,59%, sendo que a usina de Miranda também foi arrematada pela Engie, por R$ 1,36 bilhão e com 22,42% de ágio.

A usina hidrelétrica de Volta Grande foi arrematada no leilão pela Enel por R$ 1,42 bilhão e com 9,84% de ágio.

O leilão teve como participantes as empresas Engie, Enel, a chinesa Spic Pacific Energy PTY e  a Aliança Energia,  que é uma empresa que representa a união da Cemig com a Vale.

Mas somente as outras empresas fizeram lances no leilão, a Aliança Energia não apresentou nenhum lance pelas usinas. A Cemig até o dia anterior do leilão, tentou impedir o leilão das quatro usinas que atualmente pertencem a ela, mas os prazos das suas concessões venceram entre agosto de 2013 e fevereiro de 2017.

 

Mark Zuckerberg venderá ações do Facebook e doará o dinheiro para filantropia

 

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Um novo anúncio feito por Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, revelou que o empresário irá vender um número entre 35 milhões e 75 milhões de ações do Facebook dentro dos próximos 18 meses. Ele ainda revelou que todo o dinheiro arrecadado com as ações da rede social será destinado a uma doação para filantropia. Ao todo, Zuckerberg espera arrecadar um valor entre US$ 5,97 bilhões e US$ 12,8 bilhões com a oferta das ações levando em conta a cotação do dia 22 de setembro, que era de US$ 170,54.

O fundador do Facebook fez o anúncio no dia 22 de setembro em um comunicado do Facebook aos investidores. A mensagem também foi publicada no perfil do próprio Zuckerberg no Facebook. No comunicado, o empresário revelou as suas intenções de usar o dinheiro com projetos filantrópicos que inclui projetos próprios e de sua esposa, Priscilla Chan, todos eles voltadas para áreas da ciência e da educação.

Em dezembro de 2015, o empresário já havia comunicado que doaria um total de 99% das suas ações da rede social para projetos filantrópicos. O anuncio foi feito logo após o nascimento de sua primeira filha, Max.

Contudo, desde o anuncio feito em 2015 Mark Zuckerberg tem procurado uma solução simples para que ele possa doar as ações, mas continuar no controle do Facebook. Uma de suas ideias para manter esse controle e ainda doar as ações foi um plano proposto por ele de criar um tipo de classe de ações caracterizadas do tipo C, ações sem direito a voto. A ideia que foi anunciada no ano passado também foi eliminada pelo empresário neste último anúncio, depois que ele decidiu que é melhor vender suas ações de forma antecipada.

Ele disse em nota no seu perfil do Facebook: “Ao longo do último ano e meio, o negócio do Facebook teve um bom desempenho e o valor das nossas ações cresceu a ponto de eu poder financiar totalmente a nossa filantropia e manter o controle de voto do Facebook por 20 anos ou mais. Como resultado, pedi ao nosso conselho para retirar a proposta para reclassificar as nossas ações, o conselho concordou”.

 

A companhia aérea Avianca vai iniciar a cobrança pela bagagem despachada, seguindo as suas principais concorrentes

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A partir do próximo dia 25 de setembro, a empresa aérea nacional Avianca, vai iniciar a cobrança das bagagens que forem despachadas pelos clientes, que comprarem passagens promocionais da empresa. Ela vai começar a adotar esse método, que já está sendo usado pelas outras companhias e está avaliando a possibilidade de criar uma tarifa mais barata, para viagens onde os passageiros só poderão levar a bagagem de mão, sem tarifa adicional.

Atualmente a empresa possui quatro tipos de tarifas, com circunstâncias diferenciadas para cancelamento e mudança de passagem. Depois dessas reformulações, serão apenas três tipos de tarifas, sendo que duas delas terão valores mais altos, e darão o direito do passageiro de despachar a bagagem sem nenhum custo, enquanto que a terceira tarifa será mais econômica, e o passageiro só terá direito a levar a bagagem de mão, e se quiser despachar alguma bagagem, precisará pagar tarifas adicionais.

O presidente da Avianca, Frederico Pedreira, declarou que será uma chance de atender aqueles passageiros, que não precisam despachar bagagem, oferecendo uma tarifa mais acessível para eles. Ele ainda falou, que a empresa ainda não definiu o quanto mais barato será a tarifa do passageiro que não precisará despachar bagagem, mas que custará menos.

Frederico Pedreira ainda declarou, que apesar dessas tarifas para quem vai despachar bagagem, a empresa não pensa em iniciar a cobrar pelos lanches servidos durante o voo, e pelos assentos marcados, sendo que essas práticas já estão sendo adotadas por outras companhias aéreas.

Essas cobranças foram autorizadas pela Anac, através de uma nova regra que foi aprovada em dezembro de 2016, e que passou a vigorar em 14 de março desse ano. Mas uma liminar proibiu que ela começasse na data determinada, sendo que essa proibição foi derrubada no final de abril.

Nas regras praticadas pelas companhias anteriormente, elas permitiam que os passageiros levassem uma bagagem de mão e uma bagagem de até 23 kg em voos domésticos, e duas de 32 kg em viagens internacionais, que podiam ser despachadas sem custo. Depois que essas regras foram aprovadas,  a Gol,  a Azul e a Latam, declararam que iriam começar a fazer a cobrança dessas tarifas no despacho de bagagens, em classes com preços promocionais.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi – saiba um pouco da história do presidente do Bradesco

Um profissional influente, com grande persistência e capaz de transformar garra em resultados. Esse é o presidente do Bradesco Luiz Carlos Trabuco Cappi, o qual está a frente do segundo maior banco privado do país desde 2009, quando seu antecessor, Márcio Cypriano deixou a cadeira por conta do estatuto que não permite presidentes com mais de 65 anos.

Seu começo e o setor de seguros

Na época Luiz Carlos Trabuco Cappi comandava a Bradesco Seguros e foi neste setor em que se destacou, sendo o responsável por sua indicação à presidência da instituição. Em 2007, por exemplo, recebeu pela segunda vez, o troféu Personalidade de Seguros do Ano.

No período que passou na Seguros, entre 2003 e 2009, alavancou os rendimentos do banco, contribuindo para 30% do seu lucro. Mas seu prestígio não começou da noite para o dia. Assim como outros colaboradores, iniciou sua jornada há muitos anos, mas precisamente em 1969, quando começou a trabalhar no Bradesco.

A chegada a presidência

Trabuco, como é chamado por amigos e parentes, trilhou um caminho árduo até a presidência, passando por todos os escalões e níveis hierárquicos até essa conquista. Quando assumiu a presidência, em 2009, o banco havia perdido o primeiro lugar dos bancos privados atuantes no país.

Com cautela, Luiz Carlos Trabuco Cappi dispensou uma corrida desenfreada para assumir a liderança, adotando uma posição de renovação. Inicialmente criou a universidade corporativa, buscou renovar os quadros de liderança por meio de conversas e reuniões com executivos de todos os escalões do banco.

Também estabeleceu novos rituais no intuito de oferecer maior autonomia aos colaboradores promovidos. Quem era promovido se reunia juntamente com executivos no Salão Nobre, o mais importante e solene do banco, e poderia falar, passar uma mensagem, dar opiniões e posicionamentos. A ideia era obter novas ideias e aumentar o interesse dos promovidos pela instituição.

A aquisição do HSBC

“Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos.” Tempos depois começou a arquitetar mudanças significativas para alavancar o crescimento do Bradesco. A maior delas ocorreu em 2015, com a aquisição da filial brasileira do HSBC pelo montante de US$ 5,2 bilhões, na maior negociação no Brasil do ano.

Com a incorporação, o Bradesco reacendeu a briga pela primeira posição no segmento dos bancos privados brasileiros. Em uma soma simples da sua participação de mercado superou o concorrente em rede de agências, quantidade de correntistas e total de fundos de investimentos.

Segundo Trabuco a compra do HSBC permitiu um crescimento/ participação que só poderiam ser obtidos com cerca de seis anos de crescimento orgânico. Por conta da negociação, o executivo foi escolhido o “EMPREENDEDOR DO ANO NAS FINANÇAS” pela mídia especializada.

Sobre Luiz Carlos Trabuco Cappi

Luiz Carlos Trabuco Cappi é um homem de hábitos simples, discreto e avesso a badalações. Chega ao banco por volta das 7 da manhã e trabalha até as 6 da tarde. Em algumas situações estende o expediente a encontros e jantares de negócio.

Nasceu em Marília no ano de 1951 e formou-se em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras da Universidade de São Paulo.

 

Em tempos de crise, como que os brasileiros podem fazer para superá-la?

O brasileiro possui um talento inigualável quando o assunto é criatividade, em vista disso, a crise que afeta a maior parte da população em 2017 pode ser tratada como uma forma de colocar a “cachola” para pensar e conseguir uma renda extra, ou mesmo quem sabe dar um novo rumo à carreira, e mergulhar fundo no empreendedorismo.

Muitos brasileiros têm o sonho de se tornar rico, e, sobretudo serem donos do próprio negócio, porém há um grande medo em arriscar e perder “tudo”. E esse “tudo” se refere não apenas ao capital próprio, mas sim, a estabilidade financeira e o conforto da (o) parceira (o), dos filhos e de todas as pessoas que dependem desta renda. Por isso o empreendedor antes de se arriscar em um negócio inédito, ele deve estar ciente sobre alguns pontos cruciais, como Planejamento e Gestão.

Um bom Planejamento pode ser aplicado em qualquer circunstância, independente se uma pessoa vai abrir uma empresa ou montar a rotina de seu dia a dia. Como o artigo trata-se de empreendedorismo o foco será dado à questão empresarial. O conhecimento sobre o produto ou serviço que será prestado é fundamental, para que assim o empreendedor perceba se há um público alvo carente daquela necessidade e se há uma demanda inicialmente satisfatória, com tendência a aumentar. Em seguida, deve-se realizar uma pesquisa sobre a concorrência de mercado, procurar estudar bastante as empresas já ativas e verificar os pontos fracos delas, como: o preço oferecido, o nível social da clientela, a área de abrangência, as notas dadas pelos consumidores na internet, e a partir disso moldar o seu empreendimento para que ele possa atender a tudo aquilo que os outros não dispõem. É muito importante atentar ao fato de que ao abrir uma empresa, é necessário haver um capital de giro, para cobrir as despesas básicas de fornecedores, impostos e qualquer despesa operacional. E assim que a empresa estiver constante a Gestão ficará responsável por promover maiores ganhos.

 

Outubro é o prazo máximo para finalizar o parcelamento do MEI

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Para todos os microempreendedores o prazo máximo de adesão ao Microempreendedor Individual – MEI – foi estipulado no dia 2 de outubro de 2017. As pessoas que não aderiram até o dia 2 de outubro terão que fazer o parcelamento da modalidade ordinária. Ou seja, onde o parcelamento chega somente em 60 vezes, diferente dos 120 meses para quem aderir até o dia 2 de outubro de 2017.

A Receita Federal estipulou o prazo máximo de adesão ao MEI, para pagamentos de débitos parcelados em até 120 meses no dia 2 de outubro, e o anúncio foi feito no dia 15 de setembro de 2017 pelo MDIC – Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

A explicação do MDIC é de que o regime de parcelamento de 120 meses é para microempreendedores que estão com atraso nos pagamentos de impostos e que poderiam parcelar esta dívida até maio de 2017. Se o microempreendedor preferir, ele pode quitar essa dívida em atraso e efetuar o pagamento dela na modalidade ordinária, mas como foi explicado, o número de parcelas será reduzido pela metade.

De um modo geral é cabível para o microempreendedor parcelar em até 60 meses as dívidas de sua microempresa com as disponibilidades que estão sendo oferecidas pela Receita. Essa adesão deverá ser feita através do Portal do Empreendedor e ser feita uma DAS-Simei – Declaração Anual Simplificada em função da categoria Microempreendedor Individual, sendo ela referente ao período de atraso podendo ser visto no próprio site.

Está solicitação também irá mostrar o prazo máximo das parcelas que terão que ser pagas com o mínimo de R$ 50. A RFB – Receita Federal do Brasil estimou a quantidade de R$ 1,7 bilhões relativos a dívidas dos microempreendedores que estão em atraso. No total, essas dívidas atingem a casa do 2 milhões de microempresários espalhados pelo Brasil.

Esses dados foram atualizados no último mês de junho (2017), logo após o prazo de adesão ser anunciado para as duas modalidades do MEI (modalidades referentes ao prazo estipulado). Também o Sempe – Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa – é responsável por todas as tramitações de parte burocrática que serão realizadas através do portal, informou o MDIC. Através desta página, o microempreendedor poderá realizar a formalização de seu negócio e assim ter o direito às particularidades e benefícios de um Microempreendedor Individual.

Empreendedorismo, a porta de entrada para um admirável mundo novo

 

O globo terrestre abriga mais de 7 bilhões de pessoas organizadas numa espécie de pirâmide econômica, sendo que o topo, que corresponde a 1% da população, concentra 45% da riqueza mundial. A parte de baixo desta pirâmide é bem mais diversa, heterogênea. Tem desde populações inteiras cuja grande preocupação diária é a alimentação entre outras necessidades básicas até a classe inserida no mercado de trabalho, formal ou informal, gente que forma o grupo de consumidores, alvo de toda publicidade massificada.
A cinquenta anos atrás, os bisavós da geração Z estavam se aposentando, após trinta anos de trabalho estável e rotineiro, batendo ponto diariamente e com o salário garantido ao final do mês, sem maiores surpresas. Eram operários, bancários, contadores, enfim, uma legião de cidadãos bem encaixados em seu contexto histórico.
O momento de hoje impõe desafios impensáveis para aqueles “anos dourados”. A população envelhece graças a uma expectativa de vida alargada pela medicina, deixando os fundos de previdência em frangalhos. As leis trabalhistas se modificam, seguindo a tendência do liberalismo econômico, outorgando mais autonomia nos contratos e flexibilizando o trabalho. Num mundo onde a verdade foi ultrapassada perigosamente pela pós-verdade e os valores basilares se diluíram num caldo engrossado com imprecisões, neste planeta em que a parte de baixo da pirâmide acotovela-se para manter-se como um consumidor ativo e não ser sugado pela margem, não tem mais lugar a figura nostálgica do bom e fiel funcionário.
É por isso, caro leitor, que empreender significa muito mais que “abrir um CNPJ”. Empreendedorismo está na atitude da iniciativa pessoal, ação conjunta com a proatividade, fazer acontecer. Quem quer ser empreendedor deve aprender a não tolerar os buracos negros das zonas de conforto. O empreendedor deve combater em si o pecado mortal da preguiça, numa de suas facetas mais conhecidas, a procrastinação.
Neste mundo meio maluco onde gurus da internet misturam misticismo da nova era com física quântica, só pra dizer pra você que “aquilo que você pensa acontece”, é preciso ter em mente que empreender já não é uma opção, é, ao mesmo tempo um bote salva-vidas e um passaporte para o sucesso.

Como precificar um produto?

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Uma empresa que está atenta ao marketing, saberá promover o seu produto de uma maneira eficiente. Um dos “pês” do marketing é do “preço”, enquanto esse é o único “pê” que gera uma receita, os outros “pês” (produto, promoção e praça) geram despesas.

Acertar na precificação de um produto é fundamental e deve ter sua base nos custos. Em termos de marketing, o principal é o custo percebido e não o valor de produção. Os custos que a produção teve, os gastos com a mercadoria, os canais de distribuição e a forma de promoção devem ser coerentes com o preço do produto.

O preço é a variável mais flexível no composto de marketing que pode ser rapidamente mudada em um curto prazo de tempo, isso pode facilitar mudanças estratégicas para a necessidade de vendas e de faturamento, ampliar a atuação do mercado na empresa e ter uma reação diante de estratégias de empresas concorrentes.

Dentre as diferentes maneiras de definir o preço de um produto está também a análise do mercado, dessa maneira é possível definir os preços através de uma pesquisa de empresas concorrentes que oferecem produtos similares ou idênticos. As semelhanças do produto precisam seguir a mesma intenção do atendimento das necessidades e dos benefícios ao cliente.

O preço deve proporcionar uma margem de lucro e não desestimular a compra. Se o preço estiver muito baixo, isso pode causar uma depreciação do produto, os clientes podem pensar que algo está errado.

Entre os componentes que podem ser considerados no preço estão: o custo, a concorrência, o consumidor e o valor agregado. No custo estão todas as despesas desde a matéria-prima até os impostos. A concorrência é um fator que influencia na dinâmica do mercado, podendo influenciar os preços. O consumidor deve ser levado em conta no momento de pensar se ele está disposto a pagar o preço que é ofertado, isso é feito através de pesquisas de mercado, do perfil do público-alvo e do cenário econômico. O valor agregado estabelece uma ligação entre o comprador e o produto, que satisfaz as suas necessidades, a partir de então existe uma percepção de um preço mais caro ou não.

 

Mercado Livre vai armazenar e distribuir os seus produtos visando se tornar mais competitivo

Está sendo lançado pelo Mercado Livre, um serviço para que possam ser feitos armazenamentos e também a distribuição, dos produtos que são oferecidos pela companhia. Apesar desse serviço ainda se mostrar restrito ao campo da logística, ele é muito significativo em relação ao atual quadro competitivo da propagação da quantidade de empresas, que oferecem plataformas de  marketplace,  que é um shopping on-line em que outros vendedores fazem negócios com os seus produtos.

Cuidar da parte do estoque, nunca foi a área do Mercado Livre. Atualmente, ela é uma das principais empresas do segmento de e-commerce no país, sendo que ela não possui os seus próprios produtos. Os vendedores são clientes do Mercado Livre, e oferecem os seus produtos para que a plataforma possa fazer a comercialização deles.

Essa situação vai ser alterada quando acontecer o lançamento no Mercado Livre do fulfillment, que é um serviço que desempenha a função do armazenamento, da embalagem e também da entrega das mercadorias de diversos vendedores. Isso irá funcionar em um centro, onde essa distribuição possa ser realizada, e serão incluídos também, os serviços de pós-venda e o atendimento ao cliente.

Empresas parceiras fazem essas operações de distribuição e também o transporte, mas a gestão vai passar a ser feita pelo Mercado Livre, deixando de ser responsabilidade do vendedor do produto.

O Mercado Livre possui um centro para fazer a distribuição em Louveira, na cidade de Campinas, que iniciará atendendo cerca de 130 vendedores, escolhidos entre os que apresentavam um maior volume de vendas de produtos. As mercadorias ainda vão pertencer a outros, mas esse serviço aproxima mais o Mercado Livre, de outras grandes companhias desse setor.

O diretor do Mercado Envios, Leandro Bassoi, que é um braço logístico da empresa, falou que esse serviço irá começar aos poucos, mas que com o passar do tempo, ele possa se tornar uma parcela significativa nas vendas futuras, além de acreditar que outros centros de distribuição, possam ser abertos futuramente no país.

Com essa nova atuação no mercado, o Mercado Livre passa a se tornar mais parecido com as empresas que têm estoque próprios, e que estão aumentando as suas

operações de marketplace, como é o caso do Magazine Luiza, do B2W, e da Via Varejo.